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Parque Vila Velha ganha nova exposição ao ar livre; veja detalhes

O parque é considerado um dos principais patrimônios ambientais do Brasil

Parque Vila Velha
Foto: José Fernando Ogura

Arte contemporânea e natureza vão dividir o mesmo cenário a partir do dia 25 de fevereiro (quarta-feira), às 15h, em Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná. O projeto “MON sem Paredes – Arte ao Ar Livre” passa a integrar as atrações do Parque Vila Velha, levando obras inéditas para dentro de uma das mais importantes Unidades de Conservação do Paraná.

O parque está localizado na rodovia BR-376, no quilômetro 515, no Jardim Vila Velha, em Ponta Grossa. A iniciativa mantém a proposta de romper os limites físicos do Museu Oscar Niemeyer (MON), que desde 2024 transformou seus jardins em espaço permanente de arte interativa.

Obras inéditas integram atrações do Parque Vila Velha

A curadoria é assinada por Marc Pottier, com conceito de Fernando Canalli. Participam da mostra os artistas Gustavo Utrabo, Tom Lisboa, Kulykirida Menihaku, Sonia Dias, Denise Milan e Alexandre Vogler, que apresentam obras inéditas no ambiente natural do parque.

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“Levar obras de arte para o Parque Estadual de Vila Velha por meio do MON sem Paredes é ampliar o acesso à cultura e integrar arte, patrimônio natural e território. Essa iniciativa é exemplo do compromisso do Governo do Paraná em descentralizar as políticas culturais e garantir que a arte esteja presente em diferentes espaços do Estado”, afirma Luciana Casagrande Pereira, secretária de Estado da Cultura.

MON leva obras inéditas para o Parque Vila Velha

O Parque Estadual de Vila Velha é considerado um dos principais patrimônios ambientais do Brasil. Reconhecido como paraíso ecológico, reúne trilhas em meio aos arenitos e formações rochosas milenares, com composição natural única no mundo.

O curador Marc Pottier destaca que o território também carrega lendas e significados históricos. “Antigamente era chamada de Itacueretaba, ou ‘cidade extinta de pedras’, segundo os apiabas que ali moravam”, diz. Ele lembra ainda que as formações possuem desenhos naturais que estimulam o imaginário: “Entre essas falésias históricas e as formas curiosas que elas encerram, encontram-se temas únicos de reflexão para artistas contemporâneos”, comenta.

Entre as figuras que podem ser identificadas nas rochas estão formatos que remetem a taça, esfinge, bota, tartaruga, cabeça de índio, garrafa, camelo e proa de navio — elementos que agora dialogam diretamente com a arte contemporânea instalada no local.

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