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brasil no tapete vermelho
A mostra Brasil no Oscar começa nesta quarta-feira (12) e dura uma semana; sessões no Cine Passeio serão sempre às 19h30
No clima do Oscar, o Cine Passeio, em Curitiba, vai exibir alguns dos filmes brasileiros que já concorreram à estatueta. A mostra Brasil no Oscar começa nesta quarta-feira (12) e dura uma semana. As sessões serão sempre às 19h30.
Ao todo, serão cinco filmes na mostra do Cine Passeio. Alguns dos filmes escolhidos são: Ainda Estou Aqui e Central do Brasil, com as “Fernandas”, mãe e filha.
A iniciativa do Cine Passeio relembra o Oscar que o Brasil levou em 2025, com o prêmio de Melhor Filme Internacional. Além disso, o país concorre mais uma vez à estatueta, desta vez com o filme O Agente Secreto.
Inclusive, o Oscar 2026 será transmitido mais uma vez nas paredes do Cine Passeio
O Pagador de Promessas
Quinta-feira (12/3)
O Quatrilho
Sexta-feira (13/3)
O Que É Isso, Companheiro?
Sábado (14/3)
Central do Brasil
Terça-feira (17/3)
Ainda Estou Aqui
Quarta-feira (18/3)
Ingressos: disponíveis para compra no site Ingresso.com ou na bilheteria local
O Pagador de Promessas: Lançado em 1962 e dirigido por Anselmo Duarte, foi o primeiro filme brasileiro indicado a um Oscar, concorrendo na categoria de Melhor Filme Estrangeiro. A história acompanha Zé do Burro, um homem humilde que enfrenta a resistência da Igreja ao tentar cumprir uma promessa feita em um terreiro de candomblé. Na ocasião, o filme perdeu a estatueta para o francês Les Dimanches de Ville d’Avra.
O Quatrilho: Quase 35 anos após a primeira indicação do Brasil ao Oscar, O Quatrilho tornou-se, em 1996, o segundo filme brasileiro a disputar a premiação. Dirigido por Fábio Barreto, o longa narra a história de dois casais de imigrantes italianos que decidem morar na mesma casa para enfrentar as dificuldades da vida no interior do Rio Grande do Sul, situação que acaba gerando um inesperado envolvimento amoroso. Indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro, perdeu para o holandês A Excêntrica Família de Antônia.
O Que É Isso, Companheiro?: Dirigido por Bruno Barreto, o filme retrata o sequestro do embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Charles Burke Elbrick, em setembro de 1969, realizado por integrantes de grupos guerrilheiros que lutavam contra o regime militar.O longa foi indicado ao Oscar de Melhor Filme Estrangeiro em 1998, mas perdeu para o também holandês Caráter.
Central do Brasil: Dirigido por Walter Salles, Central do Brasil também marcou época. Em 1999, o longa recebeu duas indicações ao Oscar: Melhor Filme Estrangeiro e Melhor Atriz, para Fernanda Montenegro. A trama acompanha Dora, uma professora aposentada que escreve cartas para analfabetos na estação Central do Brasil, no Rio de Janeiro, e que acaba embarcando em uma jornada pelo interior do país ao lado de Josué, um menino que procura o pai que nunca conheceu. O filme não levou a estatueta: Fernanda Montenegro perdeu para Gwyneth Paltrow (Shakespeare Apaixonado) e o prêmio de Filme Estrangeiro ficou com o italiano A Vida é Bela.
Ainda Estou Aqui: Encerrando a mostra, Ainda Estou Aqui foi indicado a três categorias no Oscar 2025 — Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz, para Fernanda Torres — superando o recorde anterior de Central do Brasil entre produções brasileiras. O longa narra a história real de Eunice Paiva durante a ditadura militar brasileira, na década de 1970. Após o desaparecimento de seu marido, o ex-deputado Rubens Paiva, levado por militares, Eunice precisa reconstruir a vida para proteger os cinco filhos e passa a lutar pela memória e pelos direitos humanos. Fernanda Torres perdeu a estatueta de Melhor Atriz para Mikey Madison, de Anora, que também venceu o Oscar de Melhor Filme.
Para mais informações sobre shows e eventos, acesse o Massa.com.br.
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