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Figurinhas falsas da Copa do Mundo: saiba como identificar golpes

Os colecionadores precisam redobrar a atenção na hora da compra

Figurinhas falsificadas
A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu mais de 200 mil figurinhas falsificadas (Foto: Divulgação/PCRJ)

Com a febre das figurinhas da Copa do Mundo de 2026, golpistas passaram a aproveitar para aplicar golpes com a venda de cromos falsos e pacotes adulterados. A alta procura pelos itens colecionáveis tem impulsionado anúncios suspeitos nas redes sociais e plataformas de vendas, principalmente envolvendo figurinhas raras e versões consideradas difíceis de encontrar.

Para não cair no golpe da figurinha falsa da Copa do Mundo, os colecionadores precisam redobrar a atenção na hora da compra. Um dos principais sinais de alerta é o preço abaixo do valor oficial dos envelopes, vendidos por R$ 7. Ofertas muito baratas ou promoções consideradas “imperdíveis” podem indicar produtos falsificados ou adulterados.

Veha como identificar figurinhas falsificadas

Outro ponto importante é observar a embalagem dos pacotes. Nas versões falsificadas, o material costuma ser mais grosso, poroso e diferente do acabamento original utilizado pela fabricante oficial. Além disso, a qualidade das figurinhas também pode denunciar o golpe, já que os cromos falsos geralmente apresentam cores mais opacas, impressão sem nitidez e acabamento inferior.

A recomendação é que os torcedores priorizem a compra em canais oficiais, como a Panini, além de grandes redes de supermercados, bancas tradicionais e lojas conhecidas no mercado. Compras feitas em perfis desconhecidos nas redes sociais ou em marketplaces sem garantia exigem atenção redobrada.

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Especialistas também orientam que os consumidores guardem comprovantes de compra e desconfiem de vendedores que pedem pagamentos antecipados sem qualquer tipo de garantia.

Polícia apreende figurinhas falsificadas

A Polícia Civil do Rio de Janeiro apreendeu mais de 200 mil figurinhas falsificadas na última quinta-feira (21), em um ônibus em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. O material estava no compartimento de cargas do veículo e seria distribuído na capital e em municípios da região.

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