que perigo!

Turista arrisca vida por celular nas Cataratas do Iguaçu; veja o vídeo

A administração do parque alertou sobre o risco de desobedecer as regras do local

turista pulou nas cataratas do iguaçu
Turista pula nas Cataratas do Iguaçu (Vídeo: Reprodução/Redes Sociais)

Um turista brasileiro foi retirado do Parque Nacional do Iguaçu após colocar a própria vida em risco para recuperar um celular que havia caído próximo às Cataratas do Iguaçu, em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná. O caso aconteceu na manhã deste sábado (6) e foi registrado por outros visitantes.

As imagens mostram o homem ultrapassando a área destinada ao público e descendo até uma região próxima ao rio, em um trecho considerado perigoso. Após localizar o aparelho, ele conseguiu retornar à passarela utilizada pelos turistas. Veja o vídeo ao final da matéria.

A movimentação chamou a atenção de quem estava no local e rapidamente mobilizou os bombeiros civis que atuam permanentemente no parque. Segundo a administração do Parque Nacional do Iguaçu, o turista foi acompanhado durante o restante do passeio e, ao final da visita, retirado da unidade.

Parque reforça regras de segurança

Em nota, a administração voltou a alertar que os visitantes não devem ultrapassar os guarda-corpos ou acessar áreas restritas, mesmo em situações como a tentativa de recuperar objetos perdidos ou fazer registros fotográficos.

O parque destacou que conta com equipes especializadas para monitoramento das trilhas e da passarela de acesso à Garganta do Diabo, além de manter sinalização ao longo de todo o percurso para orientar os turistas.

O que fazer quando um objeto cai nas Cataratas do Iguaçu?

De acordo com o parque, a recomendação é nunca tentar recuperar objetos por conta própria. Caso um celular, câmera ou qualquer outro item caia no rio ou em áreas de difícil acesso, a orientação é comunicar imediatamente as equipes de emergência.

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A possibilidade de resgate é avaliada por bombeiros e profissionais de segurança, levando em consideração as condições do local e os riscos envolvidos na operação.

Segundo a administração, o trabalho é realizado de forma integrada entre bombeiros civis, equipes de segurança e, quando necessário, com apoio da Polícia Militar.

Vídeo: Reprodução/Redes Sociais

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