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Polêmica
Mãe compartilhou várias fotos ao lado do caixão da filha; uma das publicações conta com um vídeo da mulher emocionada ao lado do corpo da filha
A influencer britânica Sophie-May Dickson, de 32 anos, está no centro de uma grande polêmica internacional que dividiu opiniões nas redes sociais. Ela recebeu uma enxurrada de críticas após compartilhar imagens e vídeos do funeral de sua filha, Princess Dickson, de apenas 16 anos. Nas postagens, a mãe aparece posando ao lado do caixão aberto, o que foi considerado por muitos internautas como uma atitude inadequada e excessivamente voltada para a busca de engajamento em um momento de dor extrema.
Em um dos registros que mais causaram impacto, Sophie-May usa um vestido branco justo e aparece inclinada sobre o corpo da adolescente dentro do caixão. Em outra fotografia, a influencer surge sorridente ao lado de sua outra filha, Precious-Belle, tendo o caixão ao fundo como cenário. As legendas das publicações trazem mensagens de despedida emocionadas, onde a mãe descreve o dia como a despedida mais difícil de sua vida e pede que a filha a espere “nos portões do céu”.
A reação dos seguidores e do público em geral foi imediata e majoritariamente negativa. Muitos usuários classificaram as postagens como “bizarras” e “mórbidas”. Um dos críticos comentou que, ao perder um ente querido, mal conseguia falar ou se vestir, quanto mais posar para fotos profissionais. Outro internauta destacou que, embora cada pessoa lide com o luto de forma diferente, a vaidade das redes sociais parece ter dominado a situação, tornando o momento um espetáculo visual em vez de um recolhimento familiar.
A história por trás da morte de Princess é ainda mais devastadora. A adolescente tirou a própria vida após ser alvo de uma campanha sistemática de bullying online que começou quando ela tinha apenas 14 anos. Segundo Sophie-May, a jovem convivia com comentários maldosos sobre sua aparência em fóruns de internet. A influencer defendeu-se das críticas sobre as fotos no funeral, afirmando que não buscava visualizações, mas sim registrar o que considerou um “momento especial” e íntimo, alegando que nem percebeu quando algumas das fotos foram tiradas.
Mesmo após a tragédia, a mãe afirma que o assédio virtual continua, com usuários classificando negativamente a memória da jovem e zombando do luto da família. O caso reacende o debate sobre os limites da exposição na internet e o impacto destrutivo do ódio digital. Veja as publicações:
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