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Os corpos de Adelaide Sousa, de 87 anos, e da filha, Ângela Pinho, foram localizados em avançado estado de decomposição dentro da residência onde viviam
Uma mulher de 62 anos teria passado mais de um ano vivendo com o corpo da própria mãe dentro de casa antes de também ser encontrada morta. O caso foi descoberto pela polícia na cidade da Trofa, no norte de Portugal, e causou grande repercussão entre moradores da região.
Os corpos de Adelaide Sousa, de 87 anos, e da filha, Ângela Pinho, foram localizados em avançado estado de decomposição dentro da residência onde viviam. Segundo as autoridades portuguesas, não há indícios de homicídio.
As investigações apontam que a idosa morreu entre o final de 2024 e o início de 2025, possivelmente após sofrer uma queda dentro do imóvel. Em vez de comunicar a morte às autoridades, a filha teria permanecido na casa durante meses sem relatar o ocorrido.
Com o passar do tempo, o corpo da mãe se decompôs até restarem apenas os ossos. Já Ângela foi encontrada morta sobre uma cama em um dos quartos da residência, a poucos metros de onde estava o cadáver da idosa.
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De acordo com a imprensa portuguesa, a mulher enfrentava problemas de saúde mental e mantinha uma relação conturbada com a mãe. A principal hipótese investigada para a morte dela é suicídio.
A situação começou a despertar suspeitas entre vizinhos após a moradora deixar de ser vista. Moradores estranharam a falta de movimentação na casa e relataram que, quando questionada anteriormente sobre a mãe, Ângela apresentava versões diferentes, afirmando que a idosa estava acamada ou havia sido levada para uma instituição.
Após denúncias, a Brigada de Pessoas Desaparecidas da Polícia Judiciária do Porto iniciou diligências e encontrou os dois corpos na residência.
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