Economia
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CONTA ALTA NO MERCADO?
Com alimentos em alta, grupo Alimentação e Bebidas sobe 1,17% e pressiona orçamento. Especialista revela estratégias para reduzir gastos.
Em março de 2025, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou inflação de 0,56%, impulsionado pelo grupo Alimentação e Bebidas, que subiu 1,17%. Agora, encontrar uma forma de como economizar no mercado virou questão de sobrevivência.
Esse aumento respondeu sozinho por 0,25 pontos percentuais do índice, pressionando ainda mais o orçamento das famílias brasileiras.
Com a alta persistente no preço dos alimentos, economizar deixou de ser escolha e virou estratégia de sobrevivência financeira.
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Segundo Eduardo Córdova, CEO e cofundador do market4u, o consumidor está mais criterioso e busca praticidade sem abrir mão do custo-benefício. “Quando a compra é rápida, perto de casa e mais racional, o cliente reduz deslocamentos, desperdício e impulsos. Isso já representa economia real”, afirma.
Confira estratégias que ajudam a aliviar o peso na sacola e no bolso:
Visitas repetidas ao mercado, especialmente em horários aleatórios, aumentam as chances de levar itens desnecessários.
Mercados autônomos e de proximidade favorecem compras objetivas e reduzem o efeito carrinho cheio típico das grandes redes.
Ir ao supermercado sem lista é um dos maiores gatilhos para gastos excessivos.
Comprar perto de casa reduz gastos com transporte, evita tempo desperdiçado em longas filas e diminui o risco de compras exageradas.
Pontos instalados em condomínios, modelo que vem crescendo, incentivam reposições rápidas e precisas.
Além disso, o consumidor vai direto ao que precisa, sem passar por corredores de tentação.
O pagamento imediato ajuda a visualizar melhor o gasto real e evita surpresas no fim do mês para quem precisa economizar no mercado.
Para quem precisa organizar o orçamento, a transparência do fluxo financeiro é um diferencial.
Ao contrário do cartão de crédito, o Pix cria uma barreira psicológica que inibe compras por impulso.
Nos mercados autônomos, a tecnologia já atua nos bastidores para tornar a compra mais eficiente.
Sistemas de inteligência artificial analisam o ritmo de consumo e orientam a reposição, garantindo produtos sempre frescos e reduzindo o risco de itens próximos ao vencimento.
A mesma lógica vale para as promoções. Plataformas inteligentes conseguem identificar padrões de compra e oferecer descontos realmente relevantes.
Entre as redes que lideram esse movimento está o market4u, que adotou ferramentas avançadas de análise de dados, incluindo o pricing 2.0. Esse sistema ajusta preços, portfólio e ofertas conforme o comportamento de cada condomínio.
“Conseguimos personalizar valores e mix de produtos de acordo com a rotina de cada local, o que melhora a experiência de compra e ajuda o cliente a controlar melhor seus gastos”, explica Córdova.
A ilusão da economia em grandes volumes pode resultar em desperdício.
Com lojas que funcionam 24 horas, o consumidor pode adquirir apenas o que precisa naquele momento, reduzindo perdas na geladeira e na despensa.
Comprar em grandes quantidades só compensa para produtos não perecíveis e de consumo garantido.
Para Córdova, a combinação entre conveniência, autonomia e dados já molda uma nova lógica de consumo.
“O brasileiro quer praticidade, mas também quer racionalizar gastos. O varejo autônomo permite os dois: compra eficiente e economia no dia a dia”, conclui.
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