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Comércio paranaense cresce 3,4% entre janeiro e agosto de 2026
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Proposta prevê aumento gradual do limite de faturamento, contratação de mais funcionários e perdão de dívidas
O limite de faturamento do MEI poderá chegar a R$ 140 mil por ano a partir de 2028. A mudança faz parte de um projeto aprovado pelo Congresso Nacional que prevê novas regras para os microempreendedores individuais.
Atualmente, o teto anual é de R$ 81 mil. Pelo texto aprovado, o valor passará para R$ 110 mil em 2027 e R$ 140 mil em 2028, caso a proposta seja sancionada pelo presidente da República.
Além do aumento no faturamento permitido, o projeto prevê a contratação de mais funcionários e o perdão de dívidas de microempreendedores com a União.
O aumento será realizado de forma gradual, conforme o calendário previsto no projeto:
A mudança permitirá que pequenos empreendedores ampliem suas receitas sem precisar deixar a categoria MEI ao ultrapassar o limite atual.
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No entanto, o novo teto ainda não está valendo. O projeto foi aprovado pelo Senado nesta quinta-feira (15), após passar pela Câmara dos Deputados, e segue para sanção presidencial.
Outra mudança prevista é a ampliação do número de funcionários que podem ser contratados pelo microempreendedor individual.
Atualmente, o MEI pode ter apenas um empregado. Com a nova regra, será permitida a contratação de até dois funcionários, que deverão receber um salário mínimo ou o piso salarial da categoria.
O projeto também estabelece o perdão de dívidas de responsabilidade dos MEIs com a União, constituídas até 13 de outubro de 2026, estejam ou não inscritas na Dívida Ativa.
A medida poderá beneficiar cerca de 3,6 milhões de microempreendedores, com débitos estimados em R$ 12,6 bilhões.
Para ter acesso ao perdão, o empreendedor deverá apresentar requerimento e manter em dia os tributos que vencerem nos seis meses seguintes à entrada em vigor da legislação. Também haverá exigências para quem possui ações judiciais relacionadas às dívidas.
As novas regras fazem parte do Projeto de Lei Complementar (PLP) 186/2026, aprovado pelo Senado por 78 votos favoráveis e nenhum contrário.
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