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Sucesso nas alturas
Senna Tower já vendeu pelo menos 60 apartamentos de luxo em Balneário Camboriú; megacoberturas triplex de R$ 400 milhões irão a leilão internacional
Apenas 12 meses após o seu lançamento oficial em Balneário Camboriú (SC), o Senna Tower, um arranha-céu de luxo projetado para se tornar o edifício residencial mais alto do mundo, se tornou um fenômeno comercial sem precedentes no mercado imobiliário brasileiro. Até julho de 2026, o empreendimento já comercializou pelo menos 60 de suas 228 unidades, incluindo 10 mansões suspensas. A velocidade dos contratos gerou um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 2,48 bilhões em apenas um ano.
Inspirado na trajetória e no legado do icônico piloto brasileiro de Fórmula 1, Ayrton Senna, o gigante de aço e concreto terá 550 metros de altura. O projeto registrou um tíquete médio de R$ 110 mil por metro quadrado de área privativa. Embora a previsão de entrega das chaves esteja programada entre 2032 e 2033, o empreendimento consolida Balneário Camboriú no topo das cidades com o metro quadrado mais caro e valorizado do Brasil.
A construtora responsável revelou dados sobre o perfil dos investidores e futuros moradores que estão desembolsando fortunas para garantir um espaço no edifício. O mapeamento aponta três perfis principais:
O Senna Tower terá uma área total construída de 145 mil metros quadrados na Praia Central. A planta padrão oferece apartamentos cujas metragens variam de 320 a 903 metros quadrados. O grande destaque arquitetônico fica por conta de duas megacoberturas triplex. Avaliadas em R$ 400 milhões cada, as unidades topo de linha não serão vendidas de forma convencional e devem ser alvo de um leilão internacional disputado em 2027.
O edifício contará com sete pavimentos dedicados ao lazer de alto padrão, incluindo atrativos temáticos inovadores, como uma pista de kart privativa, simuladores de Fórmula 1 profissionais, um memorial sobre o piloto aberto ao público e uma academia de musculação localizada a 200 metros de altura.
Para garantir a estabilidade física da estrutura de 157 andares contra as correntes de ar do litoral catarinense, o prédio utilizará o Tuned Mass Damper (TMD), um sistema de amortecimento de massa para mitigar os efeitos oscilatórios do vento. Na comparação estrutural, o monumento catarinense será quase 70% maior que a Torre Eiffel, em Paris, que possui 324 metros de altura.
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