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Perfil no Instagram registra a rotina de animais que vivem no campus da Unespar, com destaque para o cãozinho Protocolo
Um cachorro tem roubado a atenção de professores, funcionários e estudantes da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), em Apucarana, no Norte do Paraná. Conhecido como Protocolo, o animal frequenta diariamente as instalações da universidade e ganhou até um perfil nas redes sociais.
Com quase 1.500 seguidores no Instagram, o perfil “Reitoria Canina” é uma rede de proteção formada por professores, acadêmicos e funcionários da Unespar, que tem transformado a rotina de cães abandonados. Criada em julho de 2025 pela coordenadora do curso de Turismo e Negócios, Fabiane de Oliveira Domingos, a página se tornou uma rede de proteção que registra a rotina e organiza arrecadações para gastos veterinários dos animais que aparecem no local.
O astro desse perfil, o “cachorrinho” chamado Protocolo, conhecido também como “Reitor”, tem aproximadamente sete anos e é considerado a estrela do campus. O animal ‘assiste’ a reuniões, palestras e aulas em diferentes cursos, visitando todos os setores e salas de aula da Instituição. É um costume os alunos e funcionários compartilharem fotos e vídeos do cãozinho Protocolo nas mais diversas situações.
Segundo a coordenadora Fabiane, Protocolo passa o dia inteiro no campus, mas dorme na casa da fonoaudióloga Raissa Placidina, do outro lado da Avenida Minas Gerais. Ele começou a frequentar o local em abril de 2022 e nunca mais foi embora.
Protocolo também é conhecido por perambular por outros lugares, perto da sede da Unespar. Na casa de Raissa, que fica do outro lado da rua, por exemplo, ele é conhecido como Sushi. Já na FAP (Faculdade do Paraná), que fica a alguns metros ele é conhecido como Félix. Independentemente de como é chamado, o cachorro atende por todos os nomes.
A rede “Reitoria Canina” já contribuiu em diversos atendimentos e destinos para animais que apareceram no campus. Agora, o objetivo do projeto é obter recursos para que o Protocolo consiga realizar um procedimento que visa tratar uma fratura na pelve, provavelmente resultado de um antigo atropelamento.
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