Esporte

Marquinhos Xavier faz balanço positivo de amistosos e projeta início do Mundial de Futsal

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Douglas Pingituro/CBF

Seleção Brasileira de Futsal encerrou a sequência de amistosos preparatórios para a Copa do Mundo, nesta quarta-feira (8), com um empate diante da Sérvia. Antes do confronto, a Canarinho vinha de três vitórias, mas apesar de não conseguir manter os 100% de aproveitamento, o técnico Marquinhos Xavier fez uma avalição positiva da postura do time. 

“A análise da partida não pode ficar restrita aos minutos finais, uma vez que o Brasil teve boas oportunidades. Quando a gente está jogando com qualquer adversário, o tempo vai ser sempre nosso inimigo, a gente vai ter oportunidades de poder concretizar uma vitória, talvez antes de encerrar o jogo e eu acho que o primeiro tempo mostrou isso. Tivemos um volume grande de ações, oportunidades, mas aí a gente fica atrasando o resultado e quando nós atrasamos o resultado corremos o risco de acontecer o que aconteceu hoje”, disse o treinador, que também comentou sobre o componente emocional.

“Acho que estivemos bem em boa parte do jogo, mas a gente não vai mandar nos 40 minutos, qualquer adversário vai ter o seu momento e aí nós não podemos estar com o placar tão apertado porque o erro pode ser fatal.”

“Pressão por ter que vencer. Mesmo sendo amistoso nós fomos educados para sermos competitivos e vencer. E a gente acabou errando um pouco mais que o natural por causa dessa pressão e são esses momentos que vão ajudando a gente a entender que precisamos ser mais cirúrgicos. Hoje o resultado não acompanhou a performance. Acho que estivemos bem em boa parte do jogo, mas a gente não vai mandar nos 40 minutos, qualquer adversário vai ter o seu momento e aí nós não podemos estar com o placar tão apertado porque o erro pode ser fatal. Hoje também a opção de usar o goleiro-linha no final é porque a gente precisa ver essa ação, o que precisa melhorar. Talvez a gente tenha sido muito passivo, mas tinha o ingrediente emocional, por mais que você treine, o treino não substitui o jogo nessa questão do emocional. Então, a gente tentou buscar de todas as formas, mas acredito que a nossa vitória podia ter sido encaminhada no primeiro tempo e no segundo tempo mudar a estratégia do adversário, ter um pouquinho mais de posse e aí sim conseguir o resultado.”