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CRIME CIBERNÉTICO
Investigado de 20 anos foi preso em Santa Cruz do Capibaribe (PE). Caso começou em Palmas (PR) após denúncia envolvendo adolescente de 14 anos.
Um homem foi preso por induzir automutilação entre adolescentes por meio das redes sociais. Ele também é investigado por produzir, armazenar e compartilhar material de abuso sexual infantojuvenil.
Segundo a Polícia Civil do Paraná, o suspeito foi encontrado na cidade de Santa Cruz do Capibaribe, no Agreste de Pernambuco, a partir de uma investigação iniciada na cidade de Palmas, na região Sudoeste do Paraná.
De acordo com a PCPR, o investigado, de 20 anos, responde por induzimento à automutilação e também é apurado por produção, compartilhamento e armazenamento de material de abuso sexual infantojuvenil.
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A ação contou com o apoio do Núcleo de Investigações Qualificadas da DPI, da Polícia Civil de Pernambuco (PCPE) e do Laboratório de Operações Cibernéticas (Ciberlab) do Ministério da Justiça e Segurança Pública.
A investigação teve início em outubro de 2025, na cidade de Palmas, no Sudoeste do Paraná. O pai de uma adolescente de 14 anos procurou a polícia e relatou que a filha estaria em contato com um homem por um aplicativo de mensagens e praticando a automutilação.
A partir da apuração, a PCPR analisou dados obtidos durante a investigação e concluiu que a adolescente teria sido aliciada em uma plataforma digital. Segundo a polícia, posteriormente, já no aplicativo de mensagens, o investigado teria induzido a vítima a se automutilar e a produzir fotografias e vídeos íntimos.
O delegado Kelvin Bressan, da Polícia Civil paranaense, informou que o afastamento de sigilo de plataformas digitais usadas pelo investigado permitiu a identificação da autoria, mesmo sem o suspeito possuir RG ou CPF.
Ainda conforme o delegado, a polícia identificou, até o momento, outras duas vítimas com o mesmo modus operandi. As duas também teriam 14 anos e seriam dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro.
Com os elementos reunidos, a autoridade policial representou por mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão, que foram deferidos pelo Poder Judiciário.
O homem foi preso em sua casa, com apoio da Polícia Civil de Pernambuco, que também apreendeu o aparelho celular do investigado. O dispositivo será encaminhado para perícia, segundo a PCPR.
Após os procedimentos de polícia judiciária, o suspeito foi encaminhado ao sistema penitenciário. A PCPR informou que as investigações continuam para esclarecer o caso e identificar outras possíveis vítimas.
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