Pesadelo

Médica sonha com camundongo e acorda com animal peludo na boca

Após episódio, especialista faz alerta para população sobre contaminação com raiva

animal peludo
Foto: Reprodução/Redes sociais

A médica norte-americana Krista Edelman viveu momentos de desespero ao acordar do que era para ser uma noite de sono tranquila. Edelman contou, em suas redes sociais, que sonhava com um camundongo tentando entrar em sua boca. Ao acordar, colocou a mão no rosto e sentiu a presença de um animal peludo.

“Levei a mão à boca e toquei em algo meio viscoso, levemente peludo e frio”, relatou a especialista em gastroenterologia. Na hora, percebeu que se tratava de um morcego.

Em um momento de desespero, a médica agarrou o bicho e o jogou para o outro lado do quarto. “Aquele morcego estava realmente tentando se enfiar entre meus lábios e entrar na minha boca, tentando passar pelos meus dentes”, contou Edelman.

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“Animal peludo” passou por teste de raiva

O marido da médica percebeu a situação e correu para pegar um taco de beisebol. Mas, ela impediu que o marido matasse o animal peludo. “Eu sabia que deveríamos tentar capturar o morcego para que ele pudesse ser testado e verificássemos se havia raiva no seu cérebro”, explicou.

Embora 97% dos morcegos sejam saudáveis e benéficos para o meio ambiente, eles dificilmente se aproximam dos seres humanos, o que serviu para levantar a suspeita. Estima-se que 7 em cada 10 casos de morte por raiva nos EUA sejam causadas por morcegos infectados.

No caso do morcego que atacou Krista, o teste deu negativo. Mesmo assim, a médica reforça que aproveitou a oportunidade para tomar a vacina antirrábica.

Médica alerta sobre possíveis esconderijos de morcegos

Ao fim do vídeo, a médica faz um alerta à população. “Se você mora em uma casa mais antiga, verifique os sótãos e as chaminés! E, se acordar com um morcego no quarto e não tiver certeza se houve contato com ele, não presuma que está tudo bem. Vale a pena procurar orientação médica imediatamente”, aconselhou.

Morcegos costumam buscar abrigo em lugares frescos durante os meses mais quentes. Isso leva muitos deles a se alojarem em casas, levando riscos à saúde de seres humanos.

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