ELEIÇÕES 2026

Sergio Moro (PL) vota em Curitiba: “Não houve nenhum ataque”

Candidato ao governo do Paraná votou no bairro Bacacheri, em Curitiba, e fez um balanço da campanha

Sergio Moro
O candidato demonstrou otimismo com o resultado das urnas (Foto: Reprodução/Rede Massa)

O candidato ao governo do Paraná Sergio Moro (PL) votou neste domingo (4), durante o primeiro turno das Eleições 2026, no Clube Duque de Caxias, no bairro Bacacheri, em Curitiba. Acompanhado da esposa, a deputada federal Rosângela Moro, e de aliados, entre eles Felipe Barros e Deltan Dallagnol, o candidato fez um balanço da campanha e demonstrou otimismo com o resultado das urnas.

Após a votação, Sergio Moro afirmou que a campanha teve um tom propositivo e foi baseada em propostas técnicas para o Paraná. O candidato também destacou a receptividade que recebeu dos eleitores durante os atos de rua ao longo do primeiro turno.

“Da nossa parte não houve nenhum ataque, fizemos uma campanha limpa e propositiva. Apresentamos o melhor plano de governo, com propostas técnicas e sem loteamento de secretarias com o centrão”, declarou.

Moro comenta decisão sobre Deltan Dallagnol

Durante a conversa com jornalistas, Moro também comentou a decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) envolvendo a candidatura de Deltan Dallagnol, que o acompanhou durante a votação.

O candidato afirmou ter recebido com satisfação a notícia sobre a manutenção da candidatura e defendeu que a decisão siga os princípios democráticos.

“Recebemos com muita alegria a notícia de que o ministro Cássio Nunes Martins reverteu a decisão anterior, mantendo a candidatura do Deltan Dallagnol com registro válido perante o TSE. Entendemos que é assim que as coisas devem proceder dentro de uma democracia”, afirmou.

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Após votar, Moro disse que acompanharia a votação da esposa, Rosângela Moro, e de Deltan Dallagnol antes de aguardar o resultado oficial da apuração.

Candidato evita antecipar segundo turno

Questionado sobre os próximos passos da campanha, Moro evitou antecipar estratégias para uma eventual segunda etapa da disputa. Segundo ele, o momento é de aguardar a decisão dos eleitores nas urnas.

O candidato também defendeu que o debate sobre questões estaduais esteja relacionado ao cenário nacional, citando sua atuação de oposição ao governo federal nos últimos anos.

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