Cidadania e costumes

Ratinho compara educação do Japão com o Brasil: “É perigoso a mãe bater na professora”

Durante seu programa, o apresentador destacou como no Japão a educação e responsabilidade são ensinadas desde a infância, onde muitas vezes no Brasil, acontece o contrário

Ratinho comentando sobre a diferença cultural entre Japão e Brasil
Ratinho criticou a resistência enfrentada quando se tenta implementar hábitos de limpeza semelhantes nas escolas do país (Foto: Reprodução/Instagram)

O apresentador Ratinho voltou a repercutir nas redes sociais ao fazer uma reflexão sobre educação e cidadania. Em um corte postado em seu Instagram, o comunicador estabeleceu um comparativo entre as regras de limpeza adotadas no Japão e o comportamento social observado no Brasil.

Em seu comentário, Ratinho pontuou que no Japão a população prioriza a responsabilidade individual sobre o descarte de materiais, exigindo que cada cidadão se encarregue do lixo que produz no dia a dia, em vez de transferir essa obrigação exclusivamente ao poder público.

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Responsabilidade e educação nas escolas

Ratinho destacou alguns pontos que fortalecem sua visão de como os dois países tratam a educação e responsabilidade de maneiras diferentes. Entre as observações, uma das mais diferentes, é que as ruas japonesas quase não possuem lixeiras públicas nem serviços de coleta porta a porta tradicionais, forçando a população a carregar seu próprio lixo de volta para casa.

Outro ponto abordado foi a rotina das escolas japonesas, onde os próprios estudantes são responsáveis pela higienização e organização das salas de aula após o término das atividades escolares, promovendo a consciência comunitária desde cedo.

Veja a opinião do apresentador:

Crítica ao cenário nacional

Ao comparar a realidade asiática com a brasileira, Ratinho criticou a resistência enfrentada quando se tenta implementar hábitos semelhantes nas escolas e espaços públicos do país.

“Se uma professora pedir para os alunos arrumarem a sala aqui no Brasil, é perigoso a mãe do aluno ir bater na professora”, declarou o apresentador, citando a diferença de mentalidade entre os dos paises.

Para encerrar o desabafo, o comunicador citou a conservação dos sanitários em universidades brasileiras como um exemplo da falta de zelo com o patrimônio coletivo, argumentando que a mudança de postura cidadã é fundamental para o desenvolvimento do país.

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