ozivy

Primeira caneta emagrecedora do Brasil tem preço e data de venda definidos; veja aqui

A Ozivy deve aumentar o acesso ao tratamento, que custa cerca de R$1000 hoje

Ozivy, primeira caneta emagrecedora brasileira
Ozivy, primeira caneta emagrecedora brasileira (Foto: EMS/Divulgação)

A farmacêutica EMS divulgou a data de venda e possível preço da primeira caneta emagrecedora do Brasil, a Ozivy, nesta terça-feira (2). A caneta foi aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) no dia 26 de abril.

De acordo com a EMS, o medicamento será comercializado por R$452, menos da metade do preço das canetas mais conhecidas. A data prevista do início das vendas é 15 de junho.

Para quem aderir ao tratamento de três meses, a caneta pode ficar ainda mais barata. O preço do tratamento de 90 dias será de R$ 863,23, o que dá um valor de R$287 por mês.

Como será a caneta emagrecedora brasileira e quem poderá usar

novo medicamento brasileiro será uma solução injetável, em caneta preenchida para uso semanal. Diferente do Ozempic, a Ozivy deve ficar armazenada em geladeira antes e depois de iniciado o tratamento.

A caneta emagrecedora brasileira à base de semaglutida poderá ser usada para o tratamento de adultos com diabetes tipo 2, junto com a dieta e exercícios.

O medicamento brasileiro não é um genérico, é uma solução injetável classificado como medicamento novo, sendo um análogo sintético de produto biológico.

Caneta brasileira usa princípio ativo da Ozempic, a semaglutida

A semaglutida é o princípio ativo do Ozempic, que teve patente derrubada no Brasil. Esse tipo de caneta leva à perda de até 15% do peso corporal.

LEIA TAMBÉM

A tizerpatida, no entanto, que é o princípio ativo do Mounjaro, pode levar à perda de até 22,5% do peso.

Ozivy vai chegar ao SUS?

Para que o produto esteja disponível no Sistema Único de Saúde (SUS), ele precisa ser avaliado e recomendado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec) e aprovado pelo Ministério da Saúde. Nem todos os medicamentos registrados na Anvisa passam pela avaliação da Conitec ou são incorporados ao SUS.

Para mais informações sobre saúde, acesse o Massa.com.br