Vacinação
por três meses se necessário
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde do município se manifestou sobre o caso
Uma suposta receita médica que circula pelas redes sociais prescreve um remédio “inusitado”: 3 horas de buceta. O caso voltou a circular nesta terça-feira (19), mas veio a público no dia 6. Na foto, a receita parece vinculada a uma Unidade Básica de Saúde (UBS) de Alagoinha, em Pernambuco.
“3 horas de buceta, por três meses se necessário. Obs: bem molhadinha”, diz a receita.
Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde do município se manifestou sobre o caso e disse que o carimbou de identificação da profissional não foi utilizado por ela. Segundo a nota, o carimbo pode ter sido utilizado por outra pessoa. Por isso, o município instaurou uma investigação sobre uma possível falsificação ideológica.
Há uma suspeita de que a imagem possa ter sido produzida de forma ilegal ou até por Inteligência Artificial. No entanto, não foi possível chegar até a fonte da imagem.
Veja a nota completa da Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha:
“A Secretaria Municipal de Saúde de Alagoinha-PE, no exercício de suas atribuições legais e em estrita observância aos princípios da legalidade, moralidade, transparência e ética administrativa, vem, por meio desta, prestar esclarecimentos acerca de documento que simula receita médica, com linguagem inadequada e dissociada de prescrição médica, recentemente divulgado em redes sociais e blogs, cujo conteúdo não reflete as diretrizes, normas e políticas adotadas por este Município. Inicialmente, cumpre destacar que o referido documento não foi devidamente validado pela profissional técnica constante do carimbo aposto, não possuindo, portanto, assinatura que comprove sua autoria, responsabilidade ou concordância com o conteúdo nele exposto. Esclarece-se, ainda, que o uso do carimbo constante no documento não foi realizado pela profissional responsável, tampouco contou com sua anuência ou participação. Há indícios de que o carimbo tenha sido utilizado por terceiros, sem autorização, razão pela qual o Município está instaurando procedimento interno para apuração dos fatos. Nesse contexto, busca-se verificar se consiste em eventual montagem do documento ou de uso indevido do carimbo da referida profissional, destacando-se que, em nenhum momento, houve a aposição de sua assinatura no documento. Ressalta-se que a Secretaria Municipal de Saúde adota rigorosamente padrões éticos e técnicos na emissão de documentos oficiais, não reconhecendo como válidos aqueles que não observem os trâmites formais e as devidas autenticações. Por fim, informa-se que todas as medidas administrativas cabíveis estão sendo adotadas para a completa elucidação dos fatos, com a devida identificação dos responsáveis e eventual responsabilização, nos termos da legislação vigente.”
O segue sob investigação.
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