IMUNIZAÇÃO
Paraná mantém vacinação contra a gripe por tempo indeterminado
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Além de idosos, gestantes e crianças, a vacina continua disponível para outros grupos prioritários
Mesmo após o encerramento oficial da campanha nacional, a Secretaria Municipal da Saúde decidiu manter a aplicação da vacina da gripe em Curitiba para os grupos prioritários e ainda ampliar as estratégias para alcançar quem ainda não se imunizou.
Atualmente, a dose continua sendo oferecida nas 109 Unidades de Saúde da capital para públicos considerados mais vulneráveis às complicações da doença. Entre eles estão idosos com 60 anos ou mais, gestantes e crianças de seis meses a menores de seis anos, além de outros grupos prioritários definidos pelo Ministério da Saúde.
A partir desta semana, a prefeitura também começou a levar a vacinação para fora das unidades de saúde. A principal ação será realizada dentro das escolas municipais, onde equipes vão verificar as carteiras de vacinação dos estudantes e aplicar as doses mediante autorização prévia dos pais ou responsáveis.
Além das crianças matriculadas, a iniciativa também contempla a comunidade escolar. Professores, funcionários e demais trabalhadores das escolas poderão receber a imunização, seguindo as orientações da Secretaria de Estado da Saúde.
Outra estratégia adotada para ampliar a cobertura vacinal será durante a tradicional procissão de Corpus Christi, nesta quinta-feira (4). A Secretaria Municipal da Saúde vai instalar três pontos de vacinação ao longo do percurso para facilitar o acesso dos grupos prioritários.
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As tendas funcionarão das 9h às 17h e estarão localizadas na rotatória da Prefeitura de Curitiba, na Praça 19 de Dezembro e na Praça Tiradentes.
Nesses locais, poderão receber a vacina da gripe em Curitiba idosos, gestantes, crianças e os demais públicos prioritários especiais contemplados pela campanha.
Além de idosos, gestantes e crianças, a vacina da gripe em Curitiba continua disponível para outros grupos prioritários atendidos pelo SUS.
Entre eles estão puérperas, povos indígenas, quilombolas, pessoas em situação de rua, pessoas com doenças crônicas, pessoas com deficiência permanente, professores, profissionais da saúde, integrantes das forças de segurança e salvamento, militares das Forças Armadas, caminhoneiros, trabalhadores do transporte coletivo, portuários e funcionários dos Correios.
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