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Medicamento tem público alvo para aplicação; saiba qual.
A Secretaria da Saúde do Paraná (Sesa) recebeu nesta terça-feira (27) o primeiro lote do Nirsevimabe, medicamento com um anticorpo monoclonal inovador destinado à prevenção de infecções causadas pelo Vírus Sincicial Respiratório (VSR).
A partir de fevereiro de 2026, o medicamento para o Vírus Sincicial Respiratório passará a ser ofertado pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado, com foco inicial em bebês prematuros e crianças com comorbidades específicas.
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Ao todo, o Paraná recebeu 1.366 doses que serão distribuídas para maternidades de alto risco e unidades de referência, como o Hospital Infantil Waldemar Monastier, em Campo Largo.
Diferente das vacinas comuns, o Nirsevimabe é um imunobiológico de imunização passiva, o que significa que ele fornece anticorpos prontos para proteger o organismo contra o VSR, uma das principais causas de bronquiolite e pneumonia em recém-nascidos.
A grande vantagem tecnológica do medicamento para o Vírus Sincicial Respiratório em relação ao Palivizumabe, que já é utilizado na rede pública, é a conveniência da aplicação, enquanto o tratamento anterior exige doses mensais, o Nirsevimabe protege a criança com uma dose única.
O secretário de Saúde, Beto Preto, reforçou que os dois imunobiológicos coexistirão na rede estadual, seguindo critérios técnicos rigorosos para cada grupo.
Os critérios de inclusão definidos pelo Ministério da Saúde estabelecem que o Nirsevimabe é indicado para bebês prematuros nascidos com até 36 semanas e 6 dias de gestação, que poderão receber a dose em qualquer época do ano, preferencialmente ainda na maternidade.
Já para crianças de até 2 anos com comorbidades, como cardiopatias congênitas, Síndrome de Down ou doenças neuromusculares, a aplicação ocorrerá exclusivamente durante o período de maior circulação do vírus, entre fevereiro e agosto.
O uso é contraindicado apenas para crianças com histórico de reações alérgicas graves aos componentes do remédio ou distúrbios hemorrágicos que impeçam a aplicação intramuscular.
Para mais informações sobre saúde, acesse o Massa.com.br.