briga louca

Advogado e cliente teriam “cheirado” antes de morte a facadas no PR

Segundo depoimento, antes das facadas, os dois teriam brigado utilizando uma panela de pressão e um garrafa de café

Advogado mata cliente a facadas no Paraná
Rodrigo Gawlinski e Nelson de Souza Pedro de cima para baixo (Fotos: Reprodução/Rede Massa)

Um advogado de 32 anos é suspeito de ter matado o próprio cliente a facadas dentro de um apartamento em Maringá, no Norte do Paraná, na noite de quarta-feira (20). Eles foram identificados como Rodrigo Gawlinski e Nelson de Souza Pedro, respectivamente. Segundo depoimento de testemunhas, ambos teriam “cheirado Ritalina” e feito uso de bebidas alcoólicas no local.

Advogado mata próprio cliente a facadas em Maringá

De acordo com informações da Rede Massa | SBT, quatro pessoas estavam no apartamento no momento do crime: o advogado, o cliente, a filha da vítima e a ex-companheira do homem morto.

As investigações mostram que o cliente havia conhecido o advogado durante um processo relacionado à violência doméstica. Na época, ele chegou a ficar preso por cerca de seis meses na Casa de Custódia de Maringá, período em que o profissional foi designado pelo Estado para atuar em sua defesa. Após o processo, os dois mantiveram proximidade e amizade.

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No dia do crime, segundo a ex-companheira da vítima, ambos teriam feito uso de Ritalina de forma ilícita e bebida alcoólica. No relato, ela conta que tentou impedir o crime.

Advogado e cliente teriam brigado com panela de pressão e garrafa de café

“Chegou o advogado do Nelson. Aí saíram, aí voltaram com comprimidos, Ritalina. Aí ele começou a amassar lá, e começaram a cheirar. Aí saíram e compraram bebidas. Aí começaram a discutir”, disse a ex-companheira.

O depoimento da filha dá o suposto motivo da briga que resultou em morte: o cliente estaria insatisfeito com o advogado.

“O meu pai já estava reclamando do advogado, não queria mais ele. Meu pai empurrou ele na parede e pegou uma panela de pressão, e ele pegou uma garrafa de café e ficaram os dois lá”, contou.

Ainda não há confirmações sobre o que de fato aconteceu. O depoimento dos vizinhos relata uma suposta violência contra a ex-companheira, mas ela não falou disso na delegacia.

O caso segue sob investigação da Polícia Civil do Paraná.

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