parto complicado
Caso Daniel
Decisão do Tribunal de Justiça reconhece a extinção da punibilidade de Allana Brittes; Edison Brittes segue preso
O Tribunal de Justiça do Estado do Paraná (TJ-PR) analisou nesta quinta-feira (11) recursos apresentados pelas defesas de réus do Caso Daniel. Cerca de oito anos após a morte do jogador Daniel Corrêa, apenas Edison Brittes cumpre pena em regime fechado. O réu foi condenado a 42 anos de prisão pela morte do jovem atleta.
Em sessão realizada nesta quinta (11), o TJ-PR analisou recursos apresentados após a decisão do Tribunal do Júri, que aconteceu em 2024. Na época, Allana, Cristiana e Edison foram condenados. Na sessão desta quinta (11), oTJ-PR reconheceu a extinção da punibilidade de Allana Brittes, acolhendo o pedido da defesa.
“Assim, Allana não responde mais ao processo criminal e tampouco ostentará antecedentes”, declarou a advogada Caroline Mattar Assad.
A advogada celebrou a decisão nas redes sociais, com uma foto ao lado de Allana. Na publicação, Allana agradeceu: “Essa conquista tem muito do seu trabalho, da sua competência e do seu coração. Obrigada por segurar a minha mão nos momentos mais difíceis e por acreditar que esse dia chegaria. Você foi uma advogada excepcional e uma amiga ainda mais especial. Conseguimos!”.
Em relação a um pedido de revisão de pena do réu Edison Brittes, a advogada esclareceu que irá recorrer em Cortes Superiores. “Com relação ao pedido de redução de pena de Edison Brittes, a defesa informa que irá recorrer às Cortes Superiores, pleitando a correta aplicação das normas penais, buscando uma dosimetria proporcional e adequada ao caso concreto”, informou.
O advogado Rodrigo Faucz, que defende David Willian Vollero da Silva e Ygor King, também celebrou uma decisão do TJ-PR nesta quinta (11). Na sessão, os dois réus, que já tinham sido absolvidos no Tribunal do Juri, tiveram a confirmação do TJ-PR.
“A absolvição dos meus clientes foi uma decisão baseada em provas do processo e, portanto, legítima. E os desembargadores entenderam da mesma forma, tornando definitiva a decisão dos jurados” comentou Rodrigo Faucz.
No dia 27 de outubro de 2018, o meia Daniel Corrêa Freitas, de 24 anos, estava participando de uma festa de aniversário em Curitiba. A aniversariante era Allana Brittes, que completava 18 anos no dia.
Após a balada, eles foram para um after na casa da família Brittes com outros amigos, em São José dos Pinhais. Na residência, Daniel entrou no quarto da mãe da jovem e começou a tirar fotos e a mandar para um grupo de colegas. O intuito era dizer que iria ter relação sexual com a mãe da aniversariante.
A investigação revelou que do quintal da casa, Edson Brittes viu o jogador na janela do quarto do casal. Desesperado com a situação, o homem foi até o local e encontrou Daniel praticamente deitado sobre Cristiana Brittes. O jogador tentou se explicar, mas Edson entendeu que Daniel teria estuprado sua esposa, e então uma grande confusão se iniciou.
O jogador Daniel foi levado para uma área de mata fechada, em São José dos Pinhais, e lá foi mutilado e morto.
Para mais notícias da categoria segurança, acesse o Massa.com.br.
CONTEÚDOS RELACIONADOS
parto complicado
Crueldade
que nojeira!
Risco à saúde