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Tragédia
Vítima de 16 anos morreu após embarcação ser tomada por chamas na República Dominicana
Uma tragédia interrompeu as férias de uma família inglesa na República Dominicana. Abbie Lainton, uma jovem de 16 anos, morreu após o barco em que estava explodir e ser consumido pelas chamas. O acidente aconteceu enquanto o grupo retornava de um passeio turístico pela popular Ilha Saona, um dos destinos mais visitados da região caribenha.
De acordo com testemunhas que sobreviveram ao incidente, a embarcação apresentava sinais claros de perigo antes mesmo de deixar a costa. Relatos indicam que o barco estava visivelmente superlotado e com um forte odor de combustível, o que gerou insegurança entre os passageiros. Apesar dos questionamentos, a equipe responsável teria garantido que a viagem era segura.
O passeio, que deveria ser um momento de lazer para 35 pessoas, transformou-se em um cenário de horror. Testemunhas afirmaram que o barco “cheirava a gasolina” desde o início do trajeto. Gisell Segovia e seu marido, Navin Torres, que estavam no local para comemorar um aniversário, descreveram a sensação de insegurança constante devido ao excesso de passageiros a bordo.
A jovem Abbie Lainton, que era treinadora de líderes de torcida em sua cidade natal, Swindon, não resistiu aos ferimentos. Ela sofreu queimaduras graves quando o barco foi envolvido por uma fumaça espessa e chamas intensas. O desespero tomou conta dos turistas, que tentavam escapar do incêndio em mar aberto enquanto a embarcação acelerava descontroladamente.
O acidente ocorreu durante o trajeto de volta para a cidade turística de Bayahibe. Segundo os sobreviventes, um som de “estalo” foi ouvido momentos antes de o motor apresentar problemas. Logo em seguida, o barco acelerou bruscamente e explodiu, lançando fogo por toda a estrutura. O pânico foi imediato, com passageiros feridos e traumatizados pela rapidez da tragédia.
A Ilha Saona, localizada no Parque Nacional Cotubanama, é famosa por suas águas cristalinas, mas a falta de segurança em algumas operações turísticas locais agora entra no centro das discussões. Autoridades devem investigar as condições de manutenção da embarcação e a responsabilidade da empresa organizadora do tour diante dos relatos de negligência.
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