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Investigação
A delegada responsável pelo caso, Dra. Karoliny Neves, disse que a Polícia Civil do Paraná aguarda laudos do Instituto Médico Legal para avançar nas investigações
O caso da bebê de 13 dias que foi levada ao hospital com lesões segue sob investigação da Polícia Civil do Paraná (PCPR). O fato aconteceu na noite de terça-feira (10) em Sarandi, na região noroeste do Paraná. As informações preliminares apontam os pais como suspeitos de agressão. No entanto, a polícia ainda aguarda o laudo do Instituto Médico Legal (IML) para avançar nas investigações.
Em entrevista à Tribuna da Massa de Maringá, a delegada responsável pelo caso, Dra. Karoliny Neves, afirmou que a mãe do recém-nascido continua presa por desacato às autoridades médicas. O pai, no entanto, está em liberdade até que a investigação tenha novas informações.
“A informação que temos é de que a bebê de 13 dias deu entrada no hospital em estado grave. Um ferimento na língua e muito sangramento na região oral. A partir de agora, a PCPR continua esperando os resultados do IML. A genitora continua presa por desacato, mas vai responder em liberdade na tarde de hoje (12). É necessário mais informações para realizar alguma imputação criminal”, disse a delegada.
De acordo com a Dra. Karoliny Neves, a PCPR só poderá seguir com o caso após os resultados do laudo médico. As versões dos pais sobre o fatos daquela noite não batem, e ambos deverão ser ouvidos com o prosseguir da investigação.
A mãe da bebê de 13 dias afirma que não estava sob efeito de drogas no dia do ocorrido; o pai, pelo contrário, diz que ambos tinham feito uso de entorpecentes.
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A polícia já ouviu os pais, profissionais do hospital, o segurança e a equipe que prestou os primeiros atendimentos ao recém-nascido. Seguindo a investigação, é possível que novas testemunhas sejam ouvidas.
Em nota enviada ao portal Massa.com.br, a PCPR afirma que segue apurando as circunstâncias do caso.
“A PCPR informa que investiga o caso de uma criança internada nesta terça-feira (10) em Maringá. A equipe realiza diligências para apurar as circunstâncias do caso, incluindo eventual negligência por parte dos responsáveis. Diante da situação, a PCPR solicitou medida de proteção à criança. Na ocasião, a genitora foi presa em flagrante pelo crime de desacato contra a equipe médica. O genitor permanece em liberdade”, diz a nota.
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