Acidente trágico
ato criminoso
Funcionários da escola encontraram o objeto no momento em que chegaram para trabalhar; no caso, havia um bilhete com um alerta para chamar a polícia
A Polícia Militar do Paraná (PMPR) confirmou, por meio do Batalhão de Operações Policiais Especiais (BOPE), que possível bomba na escola Escola Santo Ângelo, no Centro de Ponta Grossa, nos Campos Gerais do Paraná, se tratava de um simulacro. Ou seja, o artefato não tinha capacidade explosiva e foi neutralizada pelo BOPE.
Em nota à imprensa, a PMPR confirmou que a situação foi controlada e liberou a área. Agora, a Agência Local de Inteligência (ALI) iniciou diligências para identificar os autores e a motivação do crime. As informações serão compartilhadas com a Polícia Civil para as devidas punições.
“Assim que a ameaça foi detectada, o 1º BPM isolou o perímetro e aguardou a chegada do Esquadrão Antibombas. Com o uso de um drone, os especialistas realizaram o reconhecimento visual do objeto ainda no interior da escola, garantindo a segurança dos policiais e civis durante a aproximação. Após a análise, o dispositivo foi levado à via pública, onde o BOPE realizou duas detonações controladas para desmantelar qualquer mecanismo de acionamento. A perícia subsequente confirmou que se tratava de um simulacro: o objeto continha celular, bateria, fios e pregos, além de um invólucro com areia para simular o peso de uma carga real”, diz a nota da PM.
Uma ameaça de bomba em Ponta Grossa mobilizou o esquadrão antibombas na manhã desta quarta-feira (29). De acordo com a Polícia Militar (PM), um saco preto com o aviso “não abra, chame a polícia” foi deixado em frente à Escola Santo Ângelo, no Centro da cidade.
Segundo a Rede Massa | SBT, funcionários da escola encontraram o objeto no momento em que chegaram para trabalhar no colégio particular.
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