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polícia investiga
A defesa alega que o suspeito agiu em legítima defesa ao atirar em Brayan Willian Quintanilha Gois
Brayan Willian Quintanilha Gois, de 29 anos, morreu na última quarta-feira (27) após se envolver em uma confusão no bairro Ferraria, em Campo Largo, na Região Metropolitana de Curitiba. O suspeito, amigo de infância da vítima, se apresentou à Polícia Civil do Paraná (PCPR) e alegou legítima defesa.
A confusão, segundo a principal testemunha, ex-companheira de Brayan, começou porque a mulher foi à casa do ex para pegar suas coisas. Com medo dele – que já tinha sido afastado com base na Lei Maria da Penha – ela pediu que um amigo a acompanhasse. No entanto, a situação saiu do controle.
As imagens da câmera de segurança mostram que Brayan Willian Quintanilha Gois se aproximou do carro conduzido pela ex-companheira em uma esquina próxima à casa onde morava. Durante o desentendimento, um homem que dirigia um veículo logo atrás também desceu do automóvel e passou a discutir com a vítima.
A situação rapidamente evoluiu para uma luta corporal. Em meio à briga, o suspeito sacou uma arma e atirou contra Brayan. Mesmo baleado, o rapaz ainda tentou se segurar no carro utilizado pelo atirador durante a fuga, mas acabou caindo na sequência. Agora, a polícia já sabe quem é o suspeito e investiga a possível “legítima defesa”.
Equipes do Samu prestaram socorro ainda no local e encaminharam a vítima em estado gravíssimo ao Hospital Universitário Evangélico Mackenzie, em Curitiba. Apesar do atendimento médico, ele não resistiu aos ferimentos e morreu.
Em entrevista à Rede Massa | SBT, o pai de Brayan Willian Quintanilha Gois revelou que o filho pode ter morrido pelo próprio excesso de cíumes. Segundo Maycon, o pai de Brayan, o filho namorou com a moça por alguns anos e, ao longo do relacionamento, os dois tiveram muitas brigas. Maycon relatou que Brayan teria muito ciúmes da moça.
“O que houve de fato é que meu filho namorou essa moça e, com o tempo, os dois, por meio de uma maior afinidade, como todo adolescente, passaram a amar demais”, disse em entrevista ao repórter Bruno Previdi, da Rede Massa.
O caso segue sob investigação da PCPR em Campo Largo.
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