BRIGA

Deputado Renato Freitas troca socos com pedestre em Curitiba

Os dois começam a trocar socos no meio da rua.

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Foto: Reprodução

O deputado estadual Renato Freitas (PT) se envolveu em uma briga na manhã desta quarta-feira (19), no Centro de Curitiba.

A confusão na Avenida Vicente Machado foi registrada por testemunhas. As imagens foram cedidas pelo portal XV Curitiba (assista ao vídeo ao final da matéria).

Deputado foi flagrado em briga de rua

Nas imagens, é possível ver o parlamentar com ferimentos no rosto após a discussão com um homem que ainda não foi identificado. 

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Em determinado momento, o rapaz se aproxima e questiona o deputado: “Você não é o famosinho?”. Logo depois, os dois começam a trocar socos no meio da rua.

Vídeo mostra briga envolvendo Renato Freitas

A motivação da briga envolvendo Renato Freitas não foi divulgada. Até a publicação desta matéria, o deputado ainda não havia se pronunciado sobre o episódio.

O que diz o deputado Renato Freitas

Em nota, a assessoria do deputado estadual Renato Freitas informou que:

“Às vésperas do Dia da Consciência Negra, o deputado estadual Renato Freitas (PT) foi vítima de uma agressão racista na manhã desta quarta-feira (19) no Centro de Curitiba. Um homem, até então de identidade desconhecida, abordou o parlamentar e iniciou uma série de ataques, sem motivo aparente.

O agressor perseguiu o deputado por algumas quadras e incitou um confronto físico. Renato reagiu às agressões, quando foi atingido com um soco no nariz.

Após o golpe, o homem continuou provocando o parlamentar com frases como “Não é você o famosinho?” e, em seguida, chamando Renato de “vereador do PSOL”, o que demonstra o caráter ideológico e racista do ataque. Mesmo sem reconhecer o real cargo político ocupado por Renato, o agressor age motivado pelo ódio contra políticos de esquerda.

O deputado Renato Freitas fraturou o nariz e foi encaminhado ao hospital.

Esta não é a primeira vez que Renato Freitas é alvo de violência racial e política enquanto acessa os espaços da cidade. Isso é reflexo do avanço do extremismo direitista que assola o Paraná e inflama o ódio contra a esquerda. E o racismo é o elemento que permite que o ódio se transforme em violência física contra corpos negros”.

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