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Cenas proibidas
Detento revelou que brasileira aproveitou da posição na penitenciária para se aproximar dele; homem declarou que carcereira levava comida especial para ele na cela
Uma carcereira brasileira foi condenada após gravar um vídeo em um momento íntimo com um detento no Presídio de Wandsworth, em Londres. Linda de Sousa Abreu, trabalhava na unidade masculina há cerca de seis meses e acabou se envolvendo com um dos presos. Em um dos encontros com o rapaz, a mulher decidiu gravar e as imagens viralizaram nas redes sociais.
Linda, de 30 anos, atuava como carcereira e mantinha um perfil em uma plataforma de conteúdo adulto. Após o vídeo vazar, a brasileira foi expulsa da função e condenada a 15 meses de prisão. As imagens que viralizaram foram gravadas em julho de 2024, com ajuda de um outro preso.
A brasileira foi presa no momento em que tentava embarcar para Madrid. A mulher ficou cinco meses em regime fechado e passou a ser monitorada por tornozeleira eletrônica.
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O detento que aparece na gravação com Linda foi identificado como Weirich, de 38 anos. O homem revelou em entrevista neste mês ao The Sun, que a carcereira iniciou contato ao descobrir que o preso mantinha um celular irregular dentro da cela.
A brasileira encontrou um perfil do detento em um aplicativo e passou mandar mensagens. Weirich destacou a solidão e falta de atenção dos presos, por isso, passou a responder a brasileira e os dois iniciaram um relacionamento.
O preso confessou que o ato sexual não aconteceu apenas na ocasião em que o vídeo foi gravado. Durante a investigação, diretores do presídio localizaram imagens da câmera corporal de Linda que flagraram outros atos sexuais.
Além disso, a brasileira aproveitava o relacionamento com o detento para enviar comidas especiais para a cela. Weirich destacou que a carcereira liberava o acesso de comida chinesa e de uma rede de fast food para os presos.
Durante a reveladora entrevista do detento, Weirich também confessou que a carcereira pediu ajuda para que ele garantisse a segurança dela nos corredores. Um dos presos teria cuspido nela em uma ocasião, e, em troca dos favores, Weirich manteve a segurança para o trabalho da brasileira.
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