CRIME
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CONFUSÃO
O erro envolveu três vítimas
Três corpos foram trocados pelo Instituto Médico Legal (IML) de Florianópolis, em Santa Catarina, e as famílias acabaram velando e sepultando pessoas erradas.
O erro envolveu três vítimas que morreram no dia 9 de abril: Juliano Henrique Guadagnin, de 24 anos, que morreu em um acidente de trânsito, e Denner Dario Colodina e Patrick Nunes Ferreira, assassinados no mesmo dia.
Na liberação, o corpo de Denner foi entregue à família de Juliano, enquanto o de Patrick foi repassado aos familiares de Denner. Como os caixões estavam fechados, a troca não foi percebida. Já o corpo de Juliano permaneceu no IML e não chegou a ser liberado.
O erro dos corpos trocados no IML só foi descoberto dias depois, quando um familiar compareceu ao instituto para fazer o reconhecimento de uma das vítimas.
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Diante da confusão, os corpos precisaram ser exumados, passaram por nova perícia e, em seguida, foram entregues corretamente às famílias.
Em nota, a Polícia Científica de Santa Catarina reconheceu o erro, pediu desculpas aos familiares e informou que instaurou uma apuração interna para identificar os responsáveis. O caso também é acompanhado pelo Ministério Público de Santa Catarina.
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