CRIME

Corretora de imóveis é presa após matar mulher com 100 facadas

Após o assassinato, a corretora de imóveis levou uma vida aparentemente normal e realizou viagens para destinos como Peru, México, Paris, Londres, Disney World e Nova York, até ser presa

Mayra Velasquez
Mayra Velasquez foi presa 13 anos após o crime (Foto: Reprodução)

Uma corretora de imóveis foi presa 13 anos após uma mulher ser morta com cerca de 100 facadas dentro do apartamento onde morava, em Arlington, no Texas (EUA). A suspeita, identificada como Mayra Velasquez, de 42 anos, foi detida na última sexta-feira (17), acusada de matar Irasema Chavez, de 32 anos, em 20 de janeiro de 2012.

Na época do crime, a polícia não encontrou sinais de arrombamento no imóvel, o que levou os investigadores a acreditar que a vítima conhecia o autor do crime ou permitiu sua entrada no apartamento.

Corretora foi presa 13 anos após o crime

Uma câmera de segurança registrou uma pessoa usando roupas largas e um moletom com capuz chegando ao local na noite anterior ao crime. As imagens mostram o suspeito batendo à porta, conversando rapidamente com alguém e entrando no apartamento.

Apesar de os peritos encontrarem sangue que não pertencia à vítima, o DNA coletado não correspondia a nenhum perfil existente nos bancos de dados disponíveis na época. Em 2016, a amostra foi enviada para análises mais avançadas, mas o caso permaneceu sem solução.

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O inquérito foi reaberto em 2024, quando o Departamento de Polícia de Arlington passou a trabalhar em conjunto com o FBI utilizando a técnica de Genealogia Genética Investigativa (IGG). O método cruza o DNA encontrado na cena do crime com bancos de dados genealógicos públicos e pesquisas em árvores familiares.

Corretora realizou diversas viagens até ser presa

Após cerca de dois anos de investigação, os agentes conseguiram uma nova pista que levou à obtenção de provas suficientes para solicitar um mandado de prisão contra Mayra Velasquez.

As autoridades não informaram qual foi a evidência complementar obtida nem esclareceram se a corretora e a vítima tinham algum tipo de relacionamento antes do crime.

Segundo investigadores, após o assassinato, a corretora de imóveis levou uma vida aparentemente normal e realizou viagens para destinos como Peru, México, Paris, Londres, Disney World e Nova York, até ser presa mais de uma década depois.

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