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"Água molecular"
Polícia encontrou fábrica clandestina no imóvel do morador de Curitiba; ‘água molecular’ era vendida por até R$ 950
Um homem, de 54 anos, foi preso nesta terça-feira (10), por suspeita de vender produtos com a promessa da cura para doenças graves como câncer, diabetes e esquizofrenia. No endereço do indivíduo, em Curitiba, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) localizou uma fábrica clandestina, onde o suspeito produzia os produtos ilegais.
Segundo a delegada da PCPR Aline Manzatto, a prisão foi realizada após denúncias sobre a oferta de produtos apresentados como tratamento para doenças. De acordo com a investigação, o homem divulgava a promessa de cura para câncer e alegava efeitos relacionados à vacina contra a Covid-19. Durante a ação, os policiais foram até o endereço indicado nas denúncias e localizaram um local utilizado para a fabricação de produtos sem registro.
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“O homem é suspeito de fabricar e vender medicações que prometiam a cura de câncer, diabetes, esquizofrenia, entre outras doenças e até mesmo a descontaminação da vacina da Covid-19. Quando chegamos na residência desse indivíduo, um homem de 54 anos, nos deparamos com uma fábrica clandestina”, declarou Manzatto.
De acordo com a polícia, os produtos eram feitos a partir de itens comuns, como água, azeite, detergente e sabão em pó. Os líquidos eram reembalados e ganhavam novos rótulos.
Após a adulteração, os produtos eram vendidos como fórmulas milagrosas por valores que variavam entre R$ 150 e R$ 950. Os preços eram determinados de acordo com a função que o produto exerceria sobre a doença da pessoa.
Até o momento, duas pessoas já foram ouvidas pela PCPR, sendo uma delas uma paciente com câncer no cérebro. Segundo a investigação, ela teria sido convencida pelo curandeiro para abandonar o tratamento médico e utilizar apenas os produtos do falso doutor.
O curandeiro está preso e a disposição da justiça. O homem deve responder pelos crimes de curandeirismo, fabricação de produto sem registro e também por conduzir o consumidor ao erro.
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