Segurança

Em quarto dia, buscas por paraquedista se estendem para área de mata

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Foto: Reprodução/Redes sociais

As buscas pelo paraquedista Luiz Henrique Cardelli, que desapareceu após salto na sexta-feira (15), em Manaus, entram no quarto dia nesta segunda-feira (18) e se estendem para área de mata. A atividade é coordenada pela Secretaria de Segurança Pública do Amazonas (SSP-AM). O gabinete de crise segue ativado.

Desde o amanhecer, agentes das forças de segurança se concentraram no gabinete de crise, sediado na sede do Centro Integrado de Comando e Controle (CICC).

O Batalhão de Incêndio Florestal e Meio Ambiente (BIFMA), especializado em buscas e resgate na selva, passa a integrar as equipes. As buscas vão se concentrar a partir do início da ponte Phelippe Daou, em Manaus.

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De acordo com o titular da Secretaria Executiva Adjunta de Planejamento e Gestão Integrada de Segurança, coronel PM Almir Cavalcante, as equipes inicialmente percorrem a área de mata no distrito de Cacau Pirêra, no município de Iranduba (a 27 quilômetros de Manaus).

“Todas as equipes estão empenhadas, tanto as equipes do Estado quanto da União, temos o apoio da Marinha, Exército e Aeronáutica. O comandante do Corpo de Bombeiros realizou um briefing com os agentes que irão atuar em área de selva, pois já foram feitas várias incursões na água, não descartando a possibilidade da vítima estar em área de selva. As buscas seguem em todos os locais”, destacou.

Nesta segunda-feira, a força-tarefa conta com mais de 70 agentes empenhados para auxiliar nas buscas do paraquedista. Além disso, a atividade conta com lanchas das forças de segurança e aeronaves do Departamento Integrado de Operações Aéreas (Dioa), da SSP-AM.

O acidente

Cardelli fazia parte de um grupo de 14 paraquedista que saltaram perto do Rio Negro, em Manaus, na última sexta-feira. Quatro dessas pessoas foram atingidas por uma rajada de vento forte e se desviaram da trajetória. Dois deles conseguiram pousar em segurança, mas a empresária Ana Carolina Santos da Silva foi encontrada já sem vida às margens do Rio Negro, a mais de dez quilômetros do local do salto.