Segurança
Engavetamento na BR-277: trecho segue bloqueado após acidente
Na manhã deste domingo (3), o trecho onde ocorreu o engavetamento na BR-277 em Balsa Nova, Região Metropolitana de Curitiba (RMC), segue bloqueado. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), não há previsão de liberação da rodovia no km 137.
Segundo a PRF, as equipes do Departamento de Estradas de Rodagem do Paraná (DER-PR) estão no local realizando a remoção dos veículos. Os agentes reforçam que há formação de densa neblina na região.
“A PRF orienta os motoristas que não sigam ao local. A rota alternativa para o interior indicada é Araucária/Lapa/Porto Amazonas/Palmeira (BR-476, PR-427). Há equipes no trecho orientando os motoristas que seguem ao local para retornar para Curitiba, ou seguir pelo desvio sentido Araucária”.
A maioria dos veículos que estavam na fila foram retirados e retornaram, afirmou a PRF. Permanecem no local os envolvidos no acidente e os que por algum motivo não conseguem movimentar o veículo (bloqueados por sistema de rastreamento).
O Corpo de Bombeiros atendeu 11 vítimas feridas em estado moderado e grave que foram encaminhadas aos hospitais Evangélico e do Trabalhador, em Curitiba e Santa Casa de Palmeira.
A BR-277 está interditada desde a tarde deste sábado (2) após o engavetamento entre vários veículos na pista sentido Ponta Grossa. O acidente aconteceu perto do km 136, aproximadamente dois quilômetros após o pedágio desativado de São Luiz do Purunã, na região de Campo Largo.
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A PRF informou que cinco pessoas morreram após o acidente, mas o Corpo de Bombeiros comunicaram que são seis vítimas. Há ao menos 20 veículos envolvidos na tragédia, conforme os socorristas, em diversas colisões que aconteceram ao longo de 500 metros de rodovia.
A situação da rodovia na manhã deste domingo foi registrado pela PRF, veja:
Causas do engavetamento na BR-277 ainda são investigadas
As causas do acidente estão sendo apuradas e serão apontadas pela perícia da PRF e da Polícia Científica, trabalho que avançou pela madrugada.
Como a prioridade foi o atendimento às vítimas, ainda não é possível esclarecer o que teria causado a tragédia. Há relatos de que havia neblina densa quando as múltiplas colisões começaram.
O capitão Cerdeiro, do Corpo de Bombeiros, citou que, conforme relatos de outros motoristas às equipes de socorristas, a situação teria começado porque um carro teria reduzido a velocidade para ver a situação de outro veículo que teria saído da pista.
Um caminhão que vinha atrás não conseguiu enxergar por causa da neblina, causou a primeira batida e o acidente aconteceu, conforme o relato de testemunhas aos socorristas.