Segurança

Escolas da rede estadual têm média de 62% de alunos em ensino presencial

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Foto: SEED

Os colégios da rede estadual de ensino do Paraná atingiram a média de 62,3% de presença de estudantes em sala de aula nesta semana, entre os dias 27 e 29 de setembro. O número representa um aumento de quase 10 pontos percentuais em relação à semana anterior. Na última quinta-feira (23), a resolução n° 860/2021, da Secretaria de Estado da Saúde, que dispõe sobre novas medidas de prevenção, monitoramento e controle da covid-19 nas instituições de ensino públicas e privadas do estado, priorizou o retorno presencial às aulas.

No Colégio Estadual Professora Marli Queiroz Azevedo, na Cidade Industrial de Curitiba (CIC), o índice de presença em sala de aula chegou a 70%, pouco acima da média estadual. “Começamos o retorno gradual em 21 de junho, com poucos alunos. Os pais dos estudantes que estavam em ensino remoto acompanhavam os meets e viam que quem estava na escola estava cumprindo o distanciamento, que estávamos tomando cuidado. Isso fez com que os pais tivessem mais segurança para este retorno integral, agora”, disse a diretora Tânia Maria Sugamosto Hennequinn.

Dos 1,6 mil estudantes matriculados, mais de 1,1 mil estão frequentando a escola diariamente. Aqueles que têm comorbidades acompanham a aula em tempo real, por meio do Google Meet.

Visita do MEC

Na última segunda-feira (27), o secretário de Educação Básica do Ministério da Educação (MEC), Mauro Luiz Rabelo, visitou o Colégio Estadual Pedro Macedo, em Curitiba. “Tive a oportunidade de acompanhar visitas no Rio de Janeiro, Natal, no próprio Distrito Federal, em Roraima e agora aqui. Fiquei impressionado com a organização, com a infraestrutura e com a beleza da escola nos seus mínimos detalhes, que faz com que os jovens tenham gosto de estar ali”, disse.

Alunos com comorbidades

Com a nova resolução, as escolas da rede estadual passaram a atender os estudantes essencialmente de forma presencial, encerrando as aulas online (via Google Meet), que só serão mantidas para os casos elencados na resolução: alunos com comorbidade, a critério médico ou que estejam em isolamento. O ensino remoto também acontecerá nos casos em que há revezamento dos estudantes devido à necessidade do distanciamento de 1 metro entre as carteiras.

Informações da Agência Estadual de Notícias