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Soltura gera revolta
Acusado deixou a Cadeia Pública de Maringá pela porta lateral, agachado dentro do carro de seu advogado
O estudante de medicina que atropelou um motoboy em Maringá, região Noroeste do Paraná, deixou a prisão nesta segunda-feira (24), após pagar uma fiança de R$ 15 mil. O estudante foi colocado em liberdade provisória e deverá cumprir medidas cautelares determinadas pela justiça.
O caso aconteceu na noite de domingo (23), na Rua Mem de Sá, na Vila Bosque. O estudante de medicina, que não teve a identidade revelada, atropelou o motoboy Rodolfo Rodrigo Notario, de 38 anos, e arrastou sua motocicleta por 60 metros. O entregador está internado em estado gravíssimo na Santa Casa de Maringá, com múltiplas fraturas e traumatismo craniano. As informações são da Rede Massa | SBT de Maringá.
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Após o pagamento da fiança, o estudante de medicina deixou a Cadeia Pública de Maringá pela porta lateral, agachado dentro do carro de seu advogado. O procedimento chamou atenção de quem estava presente, pois ele foi o único preso a não deixar o prédio pelo portão principal.
Em meio às acusações de tratamento privilegiado, a Polícia Penal do Paraná divulgou uma nota esclarecendo que o procedimento aconteceu por uma decisão técnica de segurança, devido à grande concentração de pessoas em frente ao prédio.
“A Polícia Penal do Paraná afirma que todos os procedimentos são realizados com base na legalidade, impessoalidade e isonomia”, conclui o comunicado.
O motoboy Rodolfo Rodrigo Notario foi atropelado pelo estudante de medicina na noite domingo (23), na na Rua Mem de Sá, na Vila Bosque. O estudante arrastou a moto do entregador por cerca de 60 metros e deixou o local sem prestar socorro.
Outro motociclista que estava próximo ao local presenciou a cena e acionou as autoridades. Rodrigo recebeu atendimento e foi encaminhado para a Santa Casa de Maringá. O entregador segue internado em estado gravíssimo, com múltiplas fraturas e traumatismo craniano.
Em entrevista à Rede Massa | SBT, Andressa Rossi, prima do motoboy, relatou indignação com o caso. “O estudante fugiu, deixou o Rodrigo lá, sendo que tinha um conhecimento técnico para prestar suporte. Ele não era uma pessoa leiga, poderia sim ter ajudo muito naquele momento”, declarou.
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