Mistério no Água Verde

Morte de família em apartamento de Curitiba pode ter sido motivada por questões financeiras

Amigo próximo das vítimas revelou que homem encontrado morto escondia problemas financeiros da família; mortes podem ter sido causadas após revelação

Família morta em Curitiba
Polícia isola entrada de prédio onde família foi encontrada morta, em Curitiba (Foto: Sergio Junior/Rede Massa)

A morte de uma família, encontrada em um apartamento no bairro Água Verde, em Curitiba, pode ter sido motivada por problemas financeiros. Na tarde desta terça-feira (25), após moradores do condomínio desconfiarem a falta de informações do casal e do filho, a porta do imóvel foi arrombada e os três corpos foram localizados.

Conforme apuração de João Frigério, da Rede Massa | SBT, a família encontrada morta no apartamento foi identificada como Claudia Hitomi Shimada Furuyama, 57 anos, o marido Marcos Furuyama, de 50, e o filho Rafael Furuyama, de 21.

Em conversa com um conhecido da família, o repórter da Rede Massa descobriu que Marcos passava por um problema financeiro. A empresa do engenheiro civil teria declarado falência, porém, o homem manteve a informação em sigilo para os familiares.

Por conta das dívidas, um imóvel da família chegou a ir a leilão. Na última sexta-feira (21), Marcos decidiu contar para a esposa e o filho sobre a situação financeira. Desde então, os três não foram mais vistos.

Família é encontrada morta em apartamento

Segundo as informações iniciais apuradas pela Rede Massa | SBT, Marcos Furuyama, de 50 anos, teria matado a esposa, Claudia Hitomi Shimada Furuyama, de 57 anos, e o filho do casal, Rafael Furuyama, de 21 anos, antes de tirar a própria vida. As circunstâncias do caso ainda serão investigadas.

Claudia era médica pediatra. Marcos era formado em Engenharia Civil pela Universidade Federal do Paraná (UFPR). Rafael era estudante de Engenharia Mecatrônica na Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR).

O apartamento da família foi arrombado após profissionais do condomínio desconfiarem do latido do cachorro. Os carros de Marcos e Claudia permaneceram no estacionamento, o que levantou suspeita pela falta de informações. Existe a possibilidade das vítimas estarem mortas no local desde sexta-feira (21).

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