Acidente de trabalho
Trabalhador morre eletrocutado em mineradora de Almirante Tamandaré (PR)
CRIME
A vítima foi encontrada morta na cama da casa onde vivia com a filha, com múltiplos ferimentos provocados por uma faca
Uma filha matou a própria mãe, de 80 anos, a facadas e foi condenada à prisão perpétua nos Estados Unidos. Angelynn “Angie” Mock, de 48 anos, é ex-apresentadora de telejornal e cometeu o crime na manhã do Halloween de 2025, em Wichita, no Kansas. Ela se declarou culpada e só poderá solicitar liberdade condicional após cumprir 25 anos de prisão.
A vítima, Anita Avers, foi encontrada morta na cama da casa onde vivia com a filha, com múltiplos ferimentos provocados por uma faca. Mock estava do lado de fora do imóvel, com cortes nas mãos, quando foi encontrada pelas autoridades.
Durante o depoimento aos investigadores, a ex-apresentadora afirmou acreditar que a mãe era o diabo. Ela relatou que foi ao quarto de Anita para conversar sobre uma entrevista de emprego e disse que as duas entraram em confronto. Segundo sua versão, a mãe teria avançado contra ela com uma faca, e Mock a esfaqueou após conseguir dominá-la.
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De acordo com o padrasto, Barry Avers, Mock havia sido diagnosticada com transtorno esquizoafetivo e apresentava episódios de delírios e depressão. Ela dizia acreditar que algumas pessoas eram robôs, afirmava conversar com Deus e chegou a dizer que era o Anticristo.
A ex-apresentadora fazia uso de medicamentos e já havia sido internada em uma instituição psiquiátrica após um episódio anterior. Segundo o padrasto, apesar das crises de raiva e dos delírios, ela não tinha histórico de violência.
Em janeiro, a Justiça considerou inicialmente que Mock não estava apta a ser julgada e determinou sua internação para avaliação e tratamento psiquiátrico. O processo foi retomado posteriormente, e ela se declarou culpada em agosto.
A sentença foi anunciada na segunda-feira (5). Mock recebeu prisão perpétua, com possibilidade de solicitar liberdade condicional somente depois de cumprir 25 anos da pena.
Antes de atuar na área de vendas de uma empresa de software, a filha que matou a mãe construiu carreira no jornalismo televisivo. Entre 2011 e 2015, trabalhou como âncora e repórter na emissora KTVI, em St. Louis, no Missouri. Ela também teve passagem pela KOKH Fox 25, em Oklahoma City.
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