Segurança

Gerente de balada no Água Verde presta depoimento sobre briga

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Reprodução/Câmeras de segurança

A briga em uma balada do bairro Água Verde, em Curitiba, teve mais um desdobramento nesta quinta-feira (13). O gerente da casa noturna prestou depoimento à Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) sobre a confusão que terminou com um rapaz ferido a tiros.

O gerente da casa noturna entrou na delegacia acompanhado dos advogados e não se pronunciou à imprensa. A briga na balada do bairro Água Verde aconteceu na última sexta-feira (7).

A vítima, identificada como Andrey de Marco Braga dos Santos, foi atingida por dois tiros no abdômen e está internada em estado grave na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital do Trabalhador, em Curitiba.

O atirador e outro envolvido na briga são policiais militares que estavam em horário de folga. A corporação apura internamente o caso, em paralelo com a DHPP.

Advogado nega que PMs estavam trabalhando na balada do Água Verde

Segundo a delegada Camila Cecconello, os familiares de Andrey afirmam que os PMs trabalham como seguranças na balada, o que é negado pelos agentes. As investigações vão apurar a informação.

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O advogado que representa a balada, Igor José Ogar, informou nesta quinta-feira que os policiais são conhecidos na balada apenas como fregueses e negou a versão de que eles estavam prestando qualquer serviço no dia do incidente.

PMs envolvidos em briga na balada do Água Verde se apresentaram na delegacia

Os policiais militares que estiveram na confusão se apresentaram na DHPP na manhã desta quinta-feira (13). Eles ficaram em silêncio no depoimento. A defesa de ambos alega legítima defesa.

A delegada Camila Cecconello afirmou que os PMs devem ser indiciados por tentativa de homicídio e lesão corporal.

Já a Polícia Militar (PM) disse, em nota, que os envolvidos foram afastados do cargo. A corporação também diz que vai apurar a conduta dos policiais militares que estavam trabalhando e atenderam a ocorrência, já que os agentes de folga envolvidos na briga não foram levados para a delegacia na data do fato.