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A suspeita é de que o carro que atropelou Priscila Meneses Cabral estava praticando racha
A família de Priscila Meneses Cabral, morta atropelada na última sexta-feira (5), descobriu que ela estava grávida ao tentar doar os órgãos da vítima. O atropelamento aconteceu em Mauá, na Região Metropolitana de Curitiba.
A mulher grávida foi atropelada por uma BMW no dia 31 de maio. Ela ficou internada por cinco dias, mas não resistiu aos ferimentos. A polícia investiga se o motorista do veículo praticava um racha no momento do atropelamento.
Priscila Meneses Cabral e o namorado voltavam de um bar, quando o carro do casal teve problemas mecânicos. O homem parou o acostamento e foi buscar ajuda. Enquanto isso, a mulher ficou parada perto do carro ainda na via.
Depois de andar alguns minutos, o namorado de Priscila escutou o barulho da batida e voltou para ver o que tinha acontecido. A mulher foi arremessada pela via. O motorista da BMW não prestou socorro.
A família de Priscila não sabia da gravidez da moça. Foi somente no hospital, ao solicitarem a doação de órgãos, que a equipe informou os parentes que grávidas são vetadas para esses procedimentos.
O corpo de Priscila Meneses Cabral foi velado e enterrado no domingo (7), em Ribeirão Pires.
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