TROCA DE TIROS

Homem que matou namorada morre em confronto com a PM em São Paulo

Wesley era procurado desde julho de 2023, quando teve a prisão decretada pelo assassinato da companheira

Wesley da Silva Baltar
Ele estava foragido havia três anos por matar a companheira a facadas. (Reprodução/Redes sociais)

Um foragido da Justiça acusado de matar a própria namorada a facadas em 2023 foi localizado pela Polícia Militar na zona sul de São Paulo e acabou morto durante uma troca de tiros. O caso aconteceu nesta quinta-feira (16), em uma comunidade às margens da Rodovia Raposo Tavares (SP-270).

O homem morreu em confronto após reagir à abordagem dos policiais. Identificado como Wesley da Silva Baltar, de 34 anos, ele chegou a ser socorrido e encaminhado a um hospital, mas não resistiu aos ferimentos. Nenhum policial ficou ferido durante a ação.

Segundo a Polícia Militar, um revólver calibre .38 foi apreendido com o suspeito. Também foram encontrados documentos utilizados para falsificação de registros oficiais, que, conforme as investigações, eram usados para dificultar sua identificação e escapar da Justiça.

Foragido era acusado de matar a namorada a facadas

Wesley era procurado desde julho de 2023, quando teve a prisão decretada pelo assassinato da companheira, Vitória Barbosa Sousa. O crime ocorreu no dia 30 de julho daquele ano, em uma comunidade na zona leste da capital paulista.

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De acordo com as investigações, a jovem foi morta a facadas dentro da residência do namorado. O corpo foi encontrado pelo padrasto após moradores relatarem o crime. Depois do assassinato, Wesley fugiu de motocicleta e permaneceu desaparecido por cerca de três anos.

A polícia apontou que o feminicídio teria sido motivado porque Vitória se recusou a desbloquear o próprio celular. As investigações também indicaram que o suspeito possuía histórico de comportamento violento contra outras ex-companheiras.

Suspeito usava documentos falsos para fugir da polícia

Durante o período em que esteve foragido, Wesley teria vivido escondido na comunidade da zona sul de São Paulo utilizando documentos falsificados para evitar ser localizado pelas autoridades.

A Justiça já havia expedido mandado de prisão pelo feminicídio, e a polícia seguia realizando diligências para encontrá-lo desde a época do crime.

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