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MISTÉRIO
Iasmyn Eckhardt da Silva, de 14 anos, foi encontrada morte e seminua em uma área de mata
A investigação sobre a morte de Iasmyn Eckhardt da Silva, de 14 anos, encontrada morta em uma área de mata em Foz do Iguaçu, no Oeste do Paraná, na tarde do último domingo (14), ganhou novos desdobramentos. Segundo o delegado Marcelo Pereira Dias, da Delegacia de Homicídios, moradores da região relataram ter ouvido um pedido de socorro antes de a adolescente ser encontrada morta no bairro Portal da Foz.
O corpo da jovem foi encontrado em um terreno abandonado na Avenida Sabiá, às margens da BR-277. A vítima estava seminua, sem roupas da cintura para baixo, e apresentava ferimentos graves na cabeça e no rosto.
De acordo com o delegado, a adolescente foi encontrada em uma região de mata e tinha lesões compatíveis com agressões provocadas por objeto contundente. Próximo ao corpo, os investigadores localizaram um pedaço de concreto semelhante a um tijolo com vestígios de sangue, que pode ter sido utilizado no crime.
Durante as diligências, a Polícia Civil do Paraná (PCPR) colheu relatos de testemunhas que afirmaram ter ouvido uma discussão na noite anterior ao encontro do corpo.
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Segundo Marcelo Pereira Dias, uma mulher teria gritado por socorro momentos antes de um carro e uma motocicleta deixarem o local.
“Uma feminina teria pedido ajuda e, logo na sequência, um veículo e uma motocicleta teriam saído da região. Essas são informações preliminares que estão sendo apuradas pela investigação”, afirmou.
A partir desses relatos, a Delegacia de Homicídios realiza novas diligências para identificar os envolvidos no crime.
A brutalidade do crime causou revolta entre familiares. A tia da adolescente, Zani Rotela, descreveu a sobrinha como uma jovem tranquila e querida por todos.
Segundo ela, a família tenta entender o que aconteceu na noite do crime e busca respostas para a violência empregada contra a adolescente. A tia de Iasmyn Eckhardt da Silva afirmou que ela uma menina boa e que não fazia mal para ninguém.
A família aguarda o avanço das investigações e espera que os responsáveis sejam identificados e punidos.
As circunstâncias em que o corpo foi encontrado também levantaram a hipótese de violência sexual. A suspeita será analisada por meio dos exames realizados pela Polícia Científica. O caso segue sob investigação da Delegacia de Homicídios de Foz do Iguaçu.
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