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investigação continua
O delegado informou que havia perfurações nas mãos de duas vítimas e outras novidades importantes sobre o caso
A investigação sobre a família encontrada morta em Curitiba continua em diligências, segundo o delegado Ivo Ivana, responsável pelo caso. Em coletiva de imprensa realizada nesta sexta-feira (28), o delegado deu detalhes sobre o caso com as informações colhidas até o momento.
De acordo com o delegado, a possibilidade de participação de uma quarta pessoa no crime está praticamente descartada. Isso porque não há registro de movimentação de entrada ou saída no apartamento. Além disso, quando a família foi encontrada no apartamento no bairro Água Verde, a porta estava tracanda por dentro.
Outra informação é de que havia perfurações nas mãos do jovem e da mãe. Segundo o delegado, as marcas podem indicar uma possível defesa da parte deles ou ou aspecto do crime, mas não há como confirmar ainda.
Ainda segundo o delegado, a hipótese de que o marido, Marcos Alberto Furuyama, de 57 anos, tenha tirado a própria vida está mais próxima de se confirmar. No entanto, nenhum dos aspectos é confirmado ainda.
A família foi encontrada morta em um apartamento de um condomínio localizado na Rua Guilherme Pugsley, no bairro Água Verde, em Curitiba. Os corpos foram encontrados na terça-feira (25), depois que o síndico e um conselheiro do condomínio estranharam os latidos constantes do cachorro da família. Eles tentaram contato com os moradores, mas ninguém atendeu à porta.
Como os carros da família permaneciam na garagem e não havia resposta dos moradores, os responsáveis pelo condomínio decidiram chamar um chaveiro. Após a abertura do apartamento no 9° andar, os três corpos foram encontrados no interior do imóvel.
As vítimas foram identificadas como Claudia Hitomi Shimada Furuyama, de 58 anos, Marcos Alberto Furuyama, de 57 anos, e Rafael Furuyama, de 21 anos. Eles apresentavam ferimentos provocados por golpes de faca. Duas armas brancas, uma faca e um punhal, foram recolhidas no imóvel.
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