MISTÉRIO

Quatro irmãos são mortos pela mãe e avó após plano para dopar crianças

Os irmãos, com idades entre 10 e 13 anos, estavam no imóvel havia 13 dias quando foram localizados pela polícia

Irmãos encontrados mortos
As vítimas foram identificadas como Harper, de 13 anos, Hudson, de 11 anos, e os gêmeos Gavin e Gracelynn, de 10 anos (Foto: Reprodução)

Um forte odor e a presença incomum de moscas em um apartamento levaram à descoberta de quatro crianças mortas em Mechanicville, nos Estados Unidos. Os irmãos, com idades entre 10 e 13 anos, estavam no imóvel havia 13 dias quando foram localizados pela polícia.

As vítimas foram identificadas como Harper, de 13 anos; Hudson, de 11; e os gêmeos Gavin e Gracelynn, ambos de 10 anos.

A investigação aponta que a mãe das crianças, Sarah Myers, e a avó, Amy Steadman, teriam participação nas mortes. Segundo as autoridades, as duas também tiraram a própria vida posteriormente.

Mensagens trocadas entre Sarah e Amy estão entre os elementos analisados pela polícia. Conforme a investigação, as conversas indicavam que as duas planejavam administrar medicamentos aos irmãos no dia 10 de junho.

Exame aponta presença de substâncias

Na mesma data, Sarah teria informado ao ex-marido, Brady Harmon, que as crianças estavam com uma virose. Ela também teria pedido que uma chamada de vídeo com os filhos fosse adiada.

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Um exame toxicológico divulgado em setembro encontrou kratom e difenidramina nos corpos das crianças. A difenidramina é uma substância presente em medicamentos antialérgicos, como o Benadryl. Segundo as autoridades, tanto ela quanto o kratom podem provocar sonolência.

Corpos ficaram 13 dias no apartamento

Os irmãos permaneceram no imóvel por quase duas semanas antes de serem encontrados. A polícia foi acionada em 23 de junho, quando um vizinho percebeu o forte cheiro vindo do apartamento e notou uma quantidade incomum de moscas no local.

As autoridades analisam as mensagens trocadas entre as duas mulheres e os demais elementos reunidos desde a localização dos corpos.

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