LUTO

Morre no hospital vereador que teve o corpo incendiado no Paraná

A Polícia Civil indiciou o suspeito por homicídio qualificado por motivo torpe e meio cruel

João Luiz Pinheiro Francisco
Um desentendimento por causa de uma embarcação motivou o crime. (Reprodução/Redes sociais)

O vereador de Guaraqueçaba João Luiz Pinheiro Francisco, de 45 anos, morreu na manhã desta sexta-feira (5). Ele estava internado no Hospital Universitário de Londrina, no Norte do Paraná, unidade referência no tratamento de queimados. O parlamentar não resistiu aos ferimentos provocados por um ataque sofrido no dia 26 de abril, na Ilha das Peças, no Litoral do estado, quando teve o corpo incendiado.

O crime aconteceu na tarde de um domingo, em frente ao estabelecimento comercial da vítima. De acordo com a Polícia Civil, um desentendimento por causa de uma embarcação que estava parada na praia motivou o crime.

Vítima estava na frente de comércio

Imagens de câmeras de segurança registraram a ação. O vereador estava sentado em frente ao seu comércio quando o suspeito, de 49 anos, aproximou-se com um galão.

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Segundo a Polícia Militar, o homem apresentava sinais de embriaguez e utilizou gasolina para cometer o crime, jogando o combustível e ateando fogo na vítima.

Dois homens que estavam próximos correram para prestar ajuda. Após o ataque, moradores socorreram o vereador e o transportaram em uma embarcação particular até o centro de Paranaguá, de onde familiares o encaminharam ao Hospital Regional do Litoral.

Devido à gravidade das lesões, que atingiram mais de 70% do corpo, a vítima precisou ser entubada e, na sequência, foi transferida para a UTI em Londrina.

Suspeito fugiu, mas foi localizado e preso

O autor do crime fugiu logo após o ataque, mas foi localizado e preso em flagrante pela Polícia Militar. Posteriormente, a Justiça converteu a prisão em preventiva.

A Polícia Civil indiciou o homem por homicídio qualificado por motivo torpe e meio cruel. Com a confirmação da morte de João Luiz Pinheiro Francisco, o caso passa a ser tratado formalmente como homicídio consumado. O nome do agressor não foi divulgado pelas autoridades.

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