investigação
buscas continuam
Entre as hipóteses consideradas estão acidente em área de mata, queda em rio ou até mesmo sequestro
O desaparecimento do bebê José Arthur, de um ano e seis meses, completa duas semanas nesta terça-feira (8) e segue mobilizando forças de segurança em Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará. A criança não é vista desde o dia 26 de março, quando desapareceu na localidade conhecida como Vila Peruana, onde morava com a família.
Desde então, equipes da Polícia Civil, Corpo de Bombeiros e outros órgãos realizam uma força-tarefa para tentar localizar o menino. As buscas já contaram com uso de drones, cães farejadores e até um sonar da Marinha, mas até agora nenhum vestígio foi encontrado.
Nos primeiros dias após o desaparecimento de José Arthur, bombeiros e policiais fizeram varreduras em áreas de mata próximas à casa da família e ao local onde o bebê foi visto pela última vez. Posteriormente, drones passaram a ser utilizados para ampliar o alcance das buscas.
O Batalhão de Ação com Cães (BAC), de Belém, também enviou cães treinados para operações de localização de pessoas desaparecidas. Mesmo assim, os animais não conseguiram identificar pistas que levassem ao paradeiro da criança.
Na última sexta-feira (3), equipes da Marinha do Brasil foram até a região e utilizaram um sonar para vasculhar o rio Peruano, que passa perto da residência da família. Após a varredura, os militares descartaram a hipótese de que o menino esteja no rio.
De acordo com as autoridades, José Arthur foi visto pela última vez na Vila Peruana, comunidade situada próxima a uma rodovia que liga os municípios de Eldorado do Carajás e Marabá.
A Polícia Civil não divulgou detalhes sobre as circunstâncias do desaparecimento, como se a criança estava sozinha no momento em que sumiu ou quem foi a última pessoa a ter contato com ela.
A investigação é conduzida pela Superintendência Regional de Carajás, que analisa diferentes possibilidades para o caso. Entre as hipóteses consideradas estão acidente em área de mata, queda em rio ou até mesmo sequestro.
Agentes também analisam imagens de câmeras de segurança e fazem levantamento de veículos que passaram pela região no horário do desaparecimento, além de diligências em locais de circulação de passageiros.
Até o momento, ninguém foi preso e a polícia não confirmou se há suspeitos diretamente ligados ao desaparecimento do bebê.
A Polícia Civil pede que qualquer informação que possa ajudar a esclarecer o desaparecimento de José Arthur seja repassada de forma anônima pelo Disque-Denúncia 181.
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