ABSURDO

Genro mata sogra e alega que queria proteger o próprio filho

Em depoimento, o suspeito afirmou que matou a sogra porque acreditava que ela poderia cometer abusos contra o neto

Leonice Aparecida Moscon
Leonice Aparecida Moscon foi morta dentro da própria casa (Foto: Reprodução/Redes sociais)

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de Leonice Aparecida Moscon, em Sertãozinho, no interior do estado. O principal suspeito é o próprio genro da vítima, Ygor Christian Felizardo, de 28 anos, que foi preso na última segunda-feira (15) após admitir a autoria do crime.

De acordo com o portal Bacci Notícias, em depoimento, ele afirmou que matou a sogra porque acreditava que ela poderia cometer abusos contra o neto. A justificativa, entretanto, é tratada apenas como uma das versões apresentadas pelo suspeito e ainda será analisada no decorrer das investigações.

Polícia investiga possível motivação financeira para morte de Leonice

Após a confissão, a Justiça decretou a prisão preventiva do suspeito, que foi transferido para a Penitenciária de Pontal. Ele responde, inicialmente, pelo crime de feminicídio.

Enquanto apuram o caso, os investigadores trabalham com outras possíveis motivações. Uma das linhas analisadas envolve questões financeiras. Segundo a polícia, Leonice Aparecida Moscon havia contratado um empréstimo de R$ 13 mil pouco antes de ser morta, o que levantou novas hipóteses para o crime.

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Além disso, equipes da Polícia Civil aguardam o resultado da análise de imagens de câmeras de segurança e de outras provas que possam ajudar a esclarecer o que ocorreu.

Suspeito passará por avaliação psiquiátrica

Os investigadores também solicitarão uma avaliação psiquiátrica de Ygor Christian Felizardo. O objetivo é verificar as condições mentais do suspeito na época do crime e reunir elementos que possam contribuir com o inquérito.

Antes da morte de Leonice, o suspeito chegou a ser preso por suspeita de tentativa de homicídio contra o padrasto. No entanto, acabou absolvido pela Justiça e foi colocado em liberdade cerca de um mês antes do novo crime. O caso continua sendo investigado.

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