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Vanessa Esquivel deixou o filho de 15 meses trancado no veículo enquanto trabalhava em um spa no Texas
Uma tragédia que chocou a cidade de Frisco, no Texas (EUA), teve seu desfecho judicial nesta semana. Vanessa Esquivel, de 28 anos, foi condenada a 25 anos de prisão pela morte de seu filho de apenas 15 meses. O crime ocorreu após a mulher deixar o bebê trancada dentro de um carro quente, sob o sol intenso do verão.
O caso aconteceu no dia 16 de agosto de 2025. De acordo com as investigações da polícia local, a criança permaneceu no veículo por várias horas enquanto a mãe cumpria seu turno de trabalho em um spa. Naquele dia, os dados meteorológicos confirmaram que as temperaturas na região atingiram a marca de 35°C (95°F), tornando o interior do carro uma armadilha fatal.
Logo após o incidente, Esquivel tentou enganar as autoridades com versões contraditórias. Inicialmente, ela afirmou aos policiais que passou o dia todo dirigindo com o filho porque o ar-condicionado de seu veículo não estava funcionando. Ela chegou a negar que tivesse ido trabalhar naquele dia, alegando que esteve com o menino o tempo todo.
No entanto, a farsa foi rapidamente descoberta pelos investigadores do Departamento de Polícia de Frisco. Ao entrarem em contato com o local onde a mulher trabalhava, os agentes confirmaram que ela havia cumprido um turno das 13h45 às 16h15. A prova definitiva veio através de uma gravação telefônica automática do estabelecimento.
Em uma ligação feita para uma colega de trabalho no dia seguinte ao crime, Vanessa admitiu ter deixado o filho no carro com o ar-condicionado ligado enquanto atendia dois clientes. Ela justificou a ação dizendo que estava em uma situação difícil por não conseguir creche para o menino. Na gravação, ela confessa que o incidente foi sua culpa e que esperava ser presa.
Outro detalhe perturbador revelado pelo depoimento de prisão indica que Vanessa Esquivel ainda parou em uma unidade do McDonald’s antes de levar o filho desacordado para o hospital. Infelizmente, a criança não resistiu aos danos causados pela hipertermia. O júri do Condado de Collin não aceitou as justificativas da defesa e declarou a ré culpada de homicídio no último dia 19 de junho.
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