Crime brutal

Mãe é condenada a 100 anos de prisão após matar pai dos filhos em creche

Crime brutal aconteceu na frente das crianças na Flórida; mulher alegou legítima defesa, mas foi desmentida por testemunhas

mãe condenada por matar pai
Foto: Reprodução

Uma mãe de 34 anos foi condenada a 100 anos de prisão por matar o pai de seus filhos, enquanto o ex-companheiro buscava as crianças em uma creche. O crime aconteceu na cidade de Starke, na Flórida. As crianças, que estavam acomodadas nas cadeirinhas de um veículo, presenciaram o assassinato.

A sentença foi proferida após Mindy aceitar um acordo judicial, declarando-se culpada de homicídio em segundo grau e outras acusações criminais. O caso, que aconteceu em julho de 2025, teve seu desfecho nesta semana, trazendo justiça à família da vítima após um processo marcado por detalhes perturbadores sobre a execução do crime.

Ataque brutal em frente às crianças

De acordo com os relatórios policiais e depoimentos de testemunhas, o crime foi marcado por uma frieza assustadora. Mindy se aproximou de Christopher na Auntie Lili’s Daycare com uma mochila, chegando a abraçá-lo e também aos filhos. No entanto, assim que o pai colocou as crianças no banco traseiro e se sentou no lugar do motorista, a mulher sacou uma arma da bolsa e disparou três vezes contra o carro. Mesmo com a vítima gritando, ela recuou e efetuou mais dois disparos.

A tentativa de fuga de Christopher foi em vão. Ele saltou do veículo e correu para dentro da creche em busca de abrigo, mas ficou preso entre a porta da frente e uma segunda porta de segurança. Nesse momento, Mindy disparou mais três vezes contra ele. Houve ainda um momento em que a arma falhou; a mulher saiu do local para destravar o armamento e retornou para finalizar o ataque. No momento dos disparos, além dos filhos do casal, outras seis crianças e dois funcionários estavam no estabelecimento.

Condenação e alegações de defesa

Logo após a chegada dos policiais do Condado de Bradford, Christopher, ainda com vida, conseguiu identificar Mindy como a autora dos disparos antes de ser levado ao hospital, onde não resistiu aos ferimentos. Mindy tentou alegar legítima defesa aos oficiais, mas a versão foi rapidamente descartada diante das evidências e relatos de quem presenciou a cena. Ela foi inicialmente acusada de homicídio em primeiro grau, crueldade infantil e posse de arma.

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