Tragédia

Mãe mata bebê envenenado para evitar que ele fosse levado pelo Conselho Tutelar

Emma Barnett, de 36 anos, teria dado mistura de remédios fatal ao filho de 14 meses antes de tentar tirar a própria vida

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Foto: Pexels

Uma tragédia chocou o tribunal nesta terça-feira (14). Emma Barnett é acusada de matar o filho de 14 meses, Oakley, com um “coquetel letal” de medicamentos controlados.

O crime teria sido um “último ato de controle” da mulher, cometido momentos antes de a criança ser entregue aos cuidados do Conselho Tutelar, conforme revelou o periódico britânico Daily Mail.

Falsa pista e esconderijo no sótão

Segundo a acusação, Emma tentou enganar a polícia informando que tinha ido para uma área de floresta com o bebê. No entanto, ela estava escondida no sótão de sua própria residência.

Quando os policiais finalmente forçaram a entrada, encontraram a mãe tentando se enforcar. O pequeno Oakley já estava desacordado após ingerir as drogas via seringa e mamadeira.

Um vizinho, que é médico pediatra, e os policiais tentaram reanimar o menino com massagem cardíaca. Ele foi levado ao hospital, mas morreu semanas depois após o desligamento dos aparelhos.

Mãe de seis filhos alega confusão

Barnett, que já teve outros cinco filhos retirados de sua guarda anteriormente, nega que tenha tido a intenção de matar o bebê. Ela afirma que pretendia tomar o coquetel sozinha e que “se confundiu” com as mamadeiras na hora de alimentar o filho.

O promotor do caso, Chris Paxton, rejeita totalmente a versão da defesa. Ele afirma que as ações foram deliberadas e planejadas para garantir que mãe e filho morressem juntos, em um ato de desespero e controle para evitar que a criança fosse levada ao Conselho Tutelar.

O julgamento segue em andamento para determinar a condenação da mulher. O caso gerou grande comoção local devido à crueldade e ao histórico familiar da acusada.

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