TRAGÉDIA
Jovem é morta após marcar encontro para devolver caminhonete
horror
A mulher jogou álcool e ateou fogo no menino de dois anos porque estava “desnorteada”
A mãe que matou o próprio filho queimado foi presa na quarta-feira (28/10), em Brazlândia, no Distrito Federal. A mulher foi condenada a 26 anos de prisão, em 2017, quando o crime aconteceu, mas fugiu em 2025 quando conseguiu progressão de regime.
A criminosa, que se chama Adriana Coutrim Moreira, foi presa após uma operação que monitorou o local onde ela estava escondida. O crime aconteceu em Iporá, município de Goiás. À época, o caso chocou a população.
O caso foi investigado pela Polícia Civil de Goiás (PCGO). A mulher confessou, na época, que havia jogado álcool e ateado fogo no menino de 2 anos, identificado como Alexandre Coutrim Rodrigues.
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Segundo o delegado responsável pelo caso, Ronaldo Pinto Leite, relatou ao G1, à época, que ela matou o menino por motivo fútil.
“Ela acabou confessando que cometeu o crime por motivo fútil, ligado ao pai da criança, seu ex-marido, que teria a abandonado. Ela nutriu raiva da criança e a matou por ela se parecer fisicamente com o pai e estar dando muita birra”, afirmou.
Em depoimento, ela contou que estava “desnorteada” e, por isso, decidiu matar o menino.
“Nesse dia eu estava muito chateada, estava desnorteada e ele chorando demais, agoniado. Aí eu peguei e fiz o trem lá. Joguei nele [álcool]. [Ele] tentou sair [da fogueira], mas eu segurei ele com um pedaço de madeira. Deixei ele lá dentro [na fogueira]. Depois tirei ele com uma toalha, arrastando ele”, disse à época.
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