feminicídio

Mulher é perseguida e morta a tiros pelo companheiro

A Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada após receber relatos de uma briga de casal e de um homem que estaria correndo atrás de uma mulher pela avenida

Maria das Graças Mouzinho da Rocha
Maria das Graças Mouzinho da Rocha foi morta a tiros na madrugada do último sábado (5), em Salto, no interior de São Paulo (Foto: Redes Sociais)

Maria das Graças Mouzinho da Rocha foi morta a tiros na madrugada do último sábado (5), em Salto, no interior de São Paulo. O companheiro dela, William Felipe de Oliveira, de 32 anos, foi preso pouco depois do crime.

A ocorrência foi registrada por volta das 2h. A Guarda Civil Municipal (GCM) foi acionada após receber relatos de uma briga de casal e de um homem que estaria correndo atrás de uma mulher pela avenida.

Quando chegaram ao local, os agentes encontraram Maria das Graças Mouzinho da Rocha caída e com ferimentos provocados por disparos de arma de fogo. Ela não resistiu e morreu no local.

Companheiro de Maria das Graças é preso

William Felipe de Oliveira foi localizado pouco tempo depois, na região do bairro Nossa Senhora do Monte Serrat.

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Durante as diligências, uma arma que teria sido utilizada no crime foi apreendida. Um Honda Civic prata, apontado como o veículo conduzido pelo suspeito, também foi encontrado nas proximidades da Avenida Marechal Rondon.

William foi levado ao Plantão Policial da Delegacia Central de Itu e permaneceu preso à disposição da Justiça.

O local do crime foi isolado para o trabalho da Polícia Científica. O corpo de Maria das Graças Mouzinho da Rocha foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Sorocaba.

Maria das Graças trabalhava como auxiliar de limpeza

Maria trabalhava como auxiliar de limpeza em uma clínica odontológica de Salto. A empresa lamentou a morte da funcionária por meio de uma nota.

O velório de Maria das Graças foi realizado no domingo (6), em Sorocaba. O sepultamento ocorreu no Cemitério Santo Antônio.

A Polícia Civil investiga a motivação e as circunstâncias do crime. O suspeito permanece à disposição da Justiça.

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